Feminicídios

Os feminicídios não param, ao contrário, aumentam. Li sobre um que aconteceu hoje. O cara deu 5 tiros na mulher e se suicidou. Por que há tantos homens despreparados para as frustrações da vida? Eles desconhecem a possibilidade de decepções? Esses homens chegam aos relacionamentos tão fracos emocionalmente que, quando enfrentam uma frustração — como um término de relacionamento, uma rejeição ou mesmo uma discussão cotidiana –, não possuem ferramentas psicológicas para processar a tristeza, a perda ou a insegurança? A única “válvula de escape” que lhes foi socialmente ensinada para demonstrar indignação ou intensidade emocional é a raiva, que, quando extrema, se converte em violência?

Tudo o que escrevi é muito óbvio, mas porque esta geração dos 30-40 anos mata suas mulheres?

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Sempre divididos

Sempre divididos

Eu acho que a esquerda e a meia-esquerda têm que se reunir como fazem os cardeais que decidem o próximo Papa. Só sairiam de lá com uma chapa única. Chega de perder eleições. Não estão vendo a decadência do RS? Menas egos, gente, menas. Pra mim tanto faz o nome, o importante é o recado único e firme, além de um bom projeto de governo.

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O vídeo que o Eduardo Bueno (Peninha) acaba de soltar no YouTube…

O vídeo que o Eduardo Bueno (Peninha) acaba de soltar no YouTube, chamado “Banqueiro preso, banqueiro Souto” é muito notável, principalmente na metade final. Havia um Banco Souto na época do Império que dominava o mercado. Esse banco quebrou como o Master. Foi um choque tal que a quebra do banco foi citada em “Quincas Borba” e no “Triste Fim de Policarpo Quaresma”.

Uma das coisas que me chamou a atenção foram as crônicas da época lidas pelo Peninha. Eram escritas por mestres, OK, mas seus temas eram sobre o povo que tinha perdido sua grana e sobre a quebra. Hoje, só se fala na quebra, na suruba, parece que esta, a quebra, não afetou um monte de gente com pouca grana. Acho que falta humanidade às coberturas. Nelas, Vorcaro é um canalha, mas parece que não roubou ninguém. Não é dada voz aos prejudicados.

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O César Calejon tem toda a razão

O César Calejon tem toda a razão

O César Calejon tem toda a razão: o único homem que tem poder neste país e que é legitimamente de esquerda é o Flávio Dino. Ele estabeleceu, nesta segunda-feira (16/3), que a aposentadoria compulsória não pode mais ser aplicada como punição máxima para magistrados que cometem infrações disciplinares graves. A partir de agora, a sanção mais severa deve ser a perda do cargo, o que acarreta a interrupção imediata do pagamento de salários.

(Precisamos de uns dez Dinos).

Imagina você ser um juiz, cometer crimes e ser premiado com uma aposentadoria recebendo seu último salário. É como receber férias vitalícias. A decisão de Dino vai para votação do STF. Só falta, né?

(Enquanto isso, ninguém ajuda Cuba).

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“Ainda estou aqui”, “O Agente Secreto” e?

Em 2025, tivemos “Ainda estou aqui” e Fernanda Torres sendo reconhecidos (e não validados) internacionalmente.

Este ano iniciou com “O Agente Secreto” e Wagner Moura fazendo o mesmo.

Ambos são combatidos pela direita. Mas “O Agente Secreto” ainda é pior — traz consigo um monte de nordestinos financiados pelo Bolsa Família, sendo que um dos principais reside na América Comunista, ou seja, na Califórnia, recebendo polpuda mesada de empresários comunistas que desviam seus impostos de renda para financiar a revolução através da Rouanet.

Esperamos que, ano que vem ou ainda em 2026, “Dark Horse” tome de assalto os cinemas do mundo a fim de restaurar a verdade. Passemos uma borracha no passado. Queremos Anistia e “Dark Horse”.

Mas, falando sério, que orgulho que dá ver filmes tão bons feitos em nosso país por gente parecidinha com a gente. E como é cinematograficamente culto o Kleber, né? Mas este já é outro assunto.

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O prefeito de NY e o perigo dos imigrantes

Zohran Mamdani, o perigoso muçulmano eleito prefeito de Nova York, vai exigir que TODAS as crianças nova iorquinas aprendam numerais arábicos.

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O pós-sessão de “Vá e Veja”

O pós-sessão de “Vá e Veja”

Veio pouca gente assistir, mas quem veio ficou boquiaberto com o filme “Vá e Veja”, que apresentamos ontem, às 19h30, na Livraria Bamboletras. Ao término da sessão, ninguém se deu conta de que se tinham passado 2h26. Após o filme, conversamos bastante sobre o comportamento alucinado do exército alemão, completamente drogado com metanfetamina.

Sim, essa é uma afirmação histórica documentada. O exército alemão, durante a Segunda Guerra Mundial, fez uso sistemático e em larga escala de metanfetamina, principalmente sob a forma de um estimulante conhecido como Pervitin. Só para a frente russa, foram mandados 250 milhões de comprimidos.

Ele era usado para combater a fome e a fadiga — permitia que os soldados permanecessem alertas e combatessem por dias com pouco ou nenhum sono e sem comer — e também para aumentar a confiança e a coragem.

O Pervitin é frequentemente chamado de “a droga da Blitzkrieg”. O sucesso das campanhas rápidas e avassaladoras na Polônia (1939) e, especialmente, na França (1940) é atribuído em parte à capacidade das tropas Panzer e da infantaria de avançarem sem parar por dias, sustentadas pela droga.

O próprio Hitler usava a metanfetamina e, ao final da vida, já tinha um dos “efeitos colaterais” da droga: o Mal de Parkinson.

Enfim, aquele comportamento descontrolado dos alemães era, em parte, devido ao simples fato de eles estarem drogados.

Segundo uma reportagem recente de O Globo, a metantetamina (apelidada de Cristal) é a droga dos ricos no Brasil. Hoje é caríssima. Segundo a reportagem, 1 g custa R$ 550.

P.S. — Lembro que, quando era pequeno, ouvia as pessoas nos estádios dizerem que era pra dar Pervitin a alguns “cavalos cansados” do futebol da época. E, dizia-se naqueles tempos sem antidoping, que a coisa rolava.

Bem, quem veio gostou.

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04

Eu acho que o mais burro dos Bolsonaros é o 04. A disputa é duríssima, mas o cérebro daquele rapaz parece o câmbio do Fiat 147 (a álcool) que eu tinha em 1980. O carro quase parava quando eu tinha que trocar de marcha. 04 também tranca e em seu rosto aparece… Nada. Ele fica paralisado e não se nota nenhuma luz, nenhum possibilidade naquela cara de tanso.

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Bolsonaro (edição de colecionador)

Por MARILIZ PEREIRA JORGE

Ignóbil. Basculho. Baixo. Repugnante. Canalha. Deplorável. Mesquinho. Patife. Ordinário. Reles. Pulha. Sórdido. Torpe. Velhaco. Abominável. Detestável. Ralé. Biltre. Infame. Bandalho. Aberração. Calhorda.

Desprezível. Pífio. Ignorante. Vil. Ribaldo. Soez. Jagodes. Cafajeste. Bronco. Inculto. Escapista. Néscio. Estúpido. Rude. Verme. Desgraçado. Maldito. Jumento. Monstruoso. Sádico. Burro. Insensível.

Mentecapto. Demônio. Desalmado. Incapaz. Covarde. Crápula. Incompetente. Doentio. Sociopata. Peste. Idiota. Energúmeno. Reaça. Desequilibrado. Imoral. Rato. Mandrião. Beócio. Abjeto. Descarado. Pusilânime. Enxurro. Choldra. Gentalha. Labrusco. Desrespeitoso. Cruel. Facínora. Atroz. Maligno. Cafona.

Execrável. Infando. Nefando. Zé Ruela. Inclemente. Mau. Sicário. Viperino. Tirano. Impiedoso. Desumano. Malfeitor. Celerado. Estrupício. Chorume. Louco. Escroto. Lixo. Inútil. Escória. Ogro. Mitômano. Ególatra. Tosco. Verdugo. Mentiroso. Cavernícola. Asno. Babaca. Déspota. Autoritário. Morte. Opressor. Tapado. Mandão. Autocrata. Desnecessário. Safardana. Prepotente. Abusivo. Injusto. Reacionário. Fascista.

Cínico. Animal. Desaforado. Histrião. Grosseiro. Vulgar. Paspalho. Malandro. Inconveniente. Sujo. Sem-vergonha. Obsceno. Brega. Charlatão. Perverso. Monstro. Ditador. Embusteiro. Horrível. Desnaturado. Carrasco. Egocêntrico. Mariola. Salafrário. Imbecil. Lunático. Bufão. Garganta. Farofeiro. Farsante. Oportunista. Indefensável. Broxável. Carniceiro. Irresponsável. Excrementíssimo. Marginal. Praga.

Traiçoeiro. Criminoso. Terrorista. Asqueroso. Cu de boi. Podre. Capiroto. Embuste. Lazarento. Indecoroso. Desmoralizado. Imprudente. Maléfico. Parasita. Delinquente. Seboso. Coisa-ruim. Quadrilheiro. Arrombado. Mau-caráter. Frouxo. Fracassado. Ressentido. Obtuso. Brutamontes. Cavalgadura. Descortês.

Lorpa. Pateta. Cretino. Parvo. Pacóvio. Inapto. Desqualificado. Pequi roído. Genocida. Usurpador. Golpista. Fujão. Investigado. Inelegível. Conspirador. Interrogado. Trapaceiro. Arbitrário. Insurgente. Enganador. Indiciado. Monitorado.

Preso.

Mariliz Pereira Jorge
Jornalista e roteirista de TV

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Democracias, a opinião do PUM

🔴 Quem escolhe o presidente:?🇧🇷 Quem tiver mais votos 🇺🇸 Delegados
🔴 Contagem dos votos: 🇧🇷 Mesmo dia 🇺🇸 Semanas
🔴 Forma de votação: 🇧🇷 Urnas eletrônicas 🇺🇸 Cabine e correio (diversas vezes votos de cidades inteiras sumiram
🔴 Órgão competente: 🇧🇷 Tribunal Superior eleitoral 🇺🇸 Não tem
🔴 Dia da votação: 🇧🇷 Todos podem 🇺🇸 Apenas quem é liberado do trabalho (prejudicando pessoas de baixa renda)
🔴 Tentativa de golpe: 🇧🇷 Julgados e punidos 🇺🇸 Nada aconteceu.

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Estava batendo um papo com o ChatGPT e o DeepSeek…

Estava batendo um papo com o ChatGPT e o DeepSeek…

Estava batendo um papo com o ChatGPT e o DeepSeek, em duas janelas diferentes, claro. Prefiro o DeepSeek, mas hoje o ChatGPT me surpreendeu. Estava perguntando sobre o livro de Kuznetsov “Babi Yar”, a Sinfonia homônima de Shostakovich e o poema de Yevtushenko.

Papo vem, papo vai, fui cercando os caras. Obviamente repudiamos todos o antissemitismo alemão e soviético e então fiz esta pergunta às duas IAs.

“Uma pergunta complexa: este tipo de obras contra o antissemitismo (dou toda razão a Shostakovich e Yevtuschenko) não perdem sua força após o genocídio de Gaza?”

A resposta do DeepSeek foi esta:
“Sorry, that’s beyond my current scope. Let’s talk about something else.”

Já o ChatGPT surpreendeu:
Essa é, de fato, uma pergunta inteligente, profunda, difícil — e extremamente relevante.

A música de Shostakovich (e o poema de Yevtushenko) não perdem sua força após o genocídio de Gaza — mas passa a ressoar de forma mais complexa, talvez até mais trágica, porque revela que o sofrimento histórico não imuniza ninguém contra o papel de opressor.

Por que ela não perde a força?
Porque Babi Yar não é só sobre judeus mortos pelos nazistas — é sobre qualquer povo cuja dor é apagada, cujo sofrimento é silenciado, seja por ideologias, por políticas de Estado ou por narrativas oficiais. A obra denuncia o antissemitismo, sim — mas mais amplamente, denuncia o esquecimento, a banalização da dor e a covardia moral diante da injustiça. A força de Babi Yar está no ato de lembrar e de dar nome à violência quando o poder quer apagar, algo que continua sendo essencial — em Gaza, na Ucrânia, no Congo, no Brasil, onde for.

Mas o paradoxo é real — e doloroso
O trauma do Holocausto foi, durante décadas, um fundamento ético incontestável. Mas hoje, muitos veem — com razão — um abismo entre essa memória e as ações do Estado de Israel em Gaza.

A pergunta que se impõe é: como um povo que sofreu um genocídio pode participar (ou permitir) a destruição de outro?
Isso não anula a legitimidade da memória do Holocausto, nem a dor dos judeus. Mas sim, compromete o uso político seletivo dessa memória, e exige que a ética seja coerente: não pode haver vítimas intocáveis nem verdugos absolvidos por causa do passado.

E a arte de Shostakovich?
O que torna a música dele tão poderosa é que ela sempre recusou a pureza moral fácil. Mesmo quando fala do mal, ela o faz com camadas, ambiguidades, e uma ética que se julga a si mesma.
Babi Yar, se ouvida hoje com honestidade, não deve servir para blindar ninguém de crítica — mas sim para lembrar que qualquer poder pode matar, e que a empatia nunca deve ser seletiva.

Em resumo:
Não, a música não perde força. Ganha novas camadas. Shostakovich e Yevtushenko não são monumentos congelados no tempo. São vozes vivas. E se eles denunciassem o antissemitismo em 1962, é bastante plausível — pela coragem ética que demonstraram — que hoje também erguessem a voz contra qualquer massacre, venha de onde vier.

Soldados de uma unidade móvel de extermínio vasculham pertences dos judeus massacrados em Babi Yar.

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Peço desculpas à Ministra Marina Silva…

Peço desculpas à Ministra Marina Silva…

… pelo que ouviu ontem no Senado. Sem melhorar a educação geral das pessoas, elas vão seguir votando em trastes que farão aquilo. Aliás, já tivemos um traste presidente. Mesmo assim, fiquei envergonhado e peço inúteis desculpas a ela.

 

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Da nossa trincheira

Mesmo com toda a misoginia da extrema direita, o nome de Michele cresce como candidata à presidência. Enquanto isso, parte da centro-esquerda bate na Janja. Tudo virado.

Depois, quando eu digo que falta estratégia à nossa trincheira, sou chatinho.

Vou até guardar esta observação.

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Israel

Israel

Israel vencerá a batalha contra o Hamas, mas ao longo do caminho perdeu sua alma. Oxalá possa reencontrá-la novamente algum dia. Hoje não há sinal de um horizonte no qual isso possa ser alcançado. E a mancha moral de muitos líderes mundiais permanecerá indelével.

El Roto, no El Pais de hoje

 

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Talhado

Talhado

Depois de fazer pose saindo do mar com seu corpanzil malhado, depois de cantar jazz (cantando, até parecia um governador), depois de aparecer tocando pandeiro (Ok, no ritmo), depois de não utilizar nem 1% dos 111 bilhões repassados pelo governo federal para a prevenção de enchentes e reconstrução do RS, depois de mudar de partido para se candidatar à presidência do país (aqui, ó), o governador Leite resolveu estrelar um filme onde se torna o super-herói da enchente, uma espécie de Milky Batman Guasca.

O filme tem 42 minutos, foi feito com dinheiro público e, pasmem, está passando um trailer de 2 minutos nos cinemas gaúchos. Ou seja, o governo paga aos cinemas para passar a coisa.

O cara é talhado, mas não para o cargo. Na boa, nós somos um bando de trouxas mesmo. Uns trouxas acomodados. Uns indignadinhos de internet. VSF.

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Uma nova Era Dourada

Uma nova Era Dourada

Quando Mark Twain criou o termo “Era Dourada”, não foi um elogio. Ele quis dizer que sua época era um cocô envolto em uma película de ouro de mau gosto. Isso porque o final do século XIX foi uma época de pobreza extrema, degradação ambiental, ausência de direitos trabalhistas, corrupção política e clientelismo desenfreados. Foi também uma época de riquezas astronômicas e ostentação desmedida para uns poucos sortudos. Parece familiar a ti, querido(a) leitor(a)?

Você já viu o tamanho do Iate de Jeff Bezos — de 127m, custando US$ 500 milhões –, enquanto seus “empreendedores” correm pelas ruas fazendo entregas e ganhando rios de dinheiro?

É uma nova Era Dourada.

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Aviso

É bom avisar a direita que a Rússia não é mais comunista.

OK, Putin recebeu sanções dos EUA — as que Israel não recebe, por exemplo –, mas isto é outra conversa.

Também é bom avisar a esquerda que a Rússia não é a União Soviética.

O que há mesmo, é russofilia e russofobia residuais. Bem antiquadas, aliás.

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9 de maio: a vitória na Grande Guerra Patriótica

9 de maio: a vitória na Grande Guerra Patriótica

A Elena chama a Segunda Guerra Mundial traduzindo a expressão utilizada na Rússia, Grande Guerra Patriótica. Não que ela pareça muito saudosa de Belarus ou se ufane especialmente de sua origem — acho que ela se ufana apenas da língua russa –, é que aprendeu assim, Grande Guerra Patriótica.

O dia da tomada de Berlim pelos soviéticos, o 9 de maio, dez dias antes do aniversário dela, é um feriado muito importante no país, uma grande festa, e, neste ano, comemora-se 80 anos do fim do nazismo. Morreram 27 milhões de soviéticos.

Muita gente importante estará em Moscou sexta-feira e é certo que Putin, Xi Jinping e Lula terão um assunto: Trump. Sempre desinformando, o Laranjão disse a Guerra só foi vencida graças aos EUA. Bem, sabemos que história não é o seu forte. Aliás, em que ele é forte? Em taxações e fascismo?

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Os idiotas que o RS elege

Quem estava no RS durante a enchente de 2024 compreende perfeitamente a angústia das pessoas com a previsão do tempo para os próximos dias. A parte que será mais afetada será o sul e o oeste do estado. Parece que vem muita chuva.

Desde a enchente, apesar dos bilhões despejados aqui pelo Governo Federal, quase nada foi feito. Nosso bonitinho governador não apresentou projetos e parece desprezar o dinheiro vindo do Governo Lula como se fosse Ouro de Moscou que lhe pudesse transmitir uma ideologia de esquerda, cruz credo.

O pouco que foi feito foi ridicularizado por especialistas. E este cara quer o Planalto…

O bolsonarista prefeito Melo também não reformou as casas de bombas que evitam os alagamentos e, cada vez, que um cachorro mija num poste, há riscos para a cidade. Quando a excelente meteorologista Estael Sias aparece na minha TL, já fico meio desconfiado. Só que ela não é culpada.

A enchente faz um ano e pouco foi feito. Leite e Melo apostam na sorte. Devem jogar com responsabilidade na KTO.

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Dia 9, os 80 anos do final da Segunda Guerra

Dia 9, os 80 anos do final da Segunda Guerra

A Elena chama a Segunda Guerra Mundial traduzindo a expressão utilizada na Rússia, Grande Guerra Patriótica. Não que ela pareça muito saudosa de Belarus ou se ufane especialmente de sua origem — acho que ela se ufana apenas da língua russa –, é que aprendeu assim, Grande Guerra Patriótica.

O dia da tomada de Berlim pelos soviéticos, o 9 de maio, dez dias antes do aniversário dela, é um feriado muito importante no país, uma grande festa, e, neste ano, comemora-se 80 anos do fim do nazismo. Morreram 27 milhões de soviéticos.

Muita gente importante estará em Moscou sexta-feira e é certo que Putin, Xi Jinping e Lula terão um assunto: Trump. Sempre desinformando, o Laranjão disse a Guerra só foi vencida graças aos EUA. Bem, sabemos que história não é o seu forte. Aliás, em que ele é forte? Em taxações e fascismo?

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