Um estranho Campeonato Gaúcho para a dupla Gre-Nal

Um estranho Campeonato Gaúcho para a dupla Gre-Nal

Acho cômico o narrador Paulo Britto insistir em chamar o Gauchão 2015 de “charmoso”, mas seu início dá indícios de que esta edição talvez vá se tornar a melhor desde os anos 80. Finalmente a dupla Gre-Nal tem penado. E muito. De resto, meus sete leitores conhecem minhas opiniões sobre os campeonatos regionais.

Não vi Grêmio 0 x 1 Brasil, mas quem assistiu o jogo do tricolor contra o Avenida sabe que o resultado não é surpreendente. O Brasil é um time consolidado, cheio de veteranos que sabem jogar. Já o Grêmio é um grupo jovem, talvez de futuro. O resultado não surpreende a um macaco velho como eu. Entendo o que Grêmio quer fazer. Quer botar a base para jogar a fim de que apareçam os bons jogadores. Depois, antes do Brasileiro, procurará no mercado as reposições para aquelas posições onde não aparecer ninguém. Está pensando de forma lógica e econômica. O problema é que o futebol pode ser mais rápido do que a estratégia e — pelamor — a base parece ser fraca demais. A impressão que tenho é a de que será necessário contratar muita gente. E justo quando a janela estiver fechada. Acho melhor a diretoria abrir o olho. Nós, colorados, adoramos quando o Grêmio vai para a Segundona. E, se o Romildo não se mexer, vai novamente. Seria o Nirvana. Um conselho a Romildo: esqueça os delírios de Campeonato Brasileiro mata-mata e faça um time de futebol.

E Cruzeiro 0 x 0 Inter? O Cruzeiro é um desses times de empresários, ao que tudo indica. Já o Inter leva jeito de time de futebol. Só o jeito, porque não acontece nada. Deixamos de levar gols, mas paramos de fazê-los. Nilmar está prontinho para ser vaiado. Mas ao menos ele, D`Alessandro, Vitinho e Sasha já entenderam uma coisa: Numa equipe de futebol, o goleiro é o primeiro atacante e o atacante, o primeiro defensorOu seja, eles começaram a marcar. Porém, o Inter é um enigma a ser decifrado. Ninguém sabe onde pode chegar, mas seu futebol sabe melhor do que o do Grêmio.

Contrariamente ao que li na imprensa, gostei da estreia de Anderson. Boas viradas de jogo, bons passes. Ele deu nova inteligência ao setor. Poderia treinar mais as cobranças de pênaltis, não?

Meu segundo time no RS é o líder do Gaúcho. Merece.

Nena comemora o Gol do Brasil de Pelotas e a liderança | Foto: Vinícius Costa / Futura Press
Nena comemora o gol do Brasil de Pelotas e a liderança | Foto: Vinícius Costa / Futura Press

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Carnaval em Salvador: dez minutos é o tempo para uma rapidinha privê nas alturas

Carnaval em Salvador: dez minutos é o tempo para uma rapidinha privê nas alturas

capsula-durexVocês querem dar uma “rapidinha” no carnaval baiano? Isso será possível no Camarote Salvador. A marca de camisinhas Durex montará uma cápsula privê suspensa a 15 metros do chão onde os casais, quaisquer duplas, poderão entrar. A cápsula estará bem em cima do povão. Lá, será possível fazer de tudo, mas em 10 minutos. Esse é o tempo que cada casal terá dentro da cápsula. Melhor entrar preparado para não ser expulso no seco.

Camisinhas e lubrificantes estarão à disposição dos usuários, dentro da cápsula. Ela já foi testada no Rio em fevereiro de 2014, no Aterro do Flamengo, mas acabou sendo cancelada por falta de alvará.

A coisa começa nessa quinta-feira (12). O blog abstém-se de emitir opinião.

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Como sair de Repente para Kagar

Como sair de Repente para Kagar

Sempre no intuito de informar a nossos sete leitores a respeito dos estranhos caminhos pelos quais a vida nos leva, hoje explicaremos como deve ser realizada a saída de Repente para Kagar. O mapa abaixo, da região do Rheinsberg, Alemanha, foi retirado do Google Earth com a finalidade de dar maior clareza a nossa explicação. Ele demonstra como se faz, tornando desnecessário o excesso de palavras.

Gostaríamos de alertar sobre o perigo da pressa. Não vá um de nossos leitores cair no Kagarsee, perigosíssimo lago que, se tem poder potencial de aliviar o viajante, não é apropriado para o banho.

O percurso a pé para Kagar, saindo de Repente, é extremamente aprazível e demora quase duas horas e meia, como informa o Google Earth.

Então, talvez seja mais adequado aos idosos e apressados fazê-lo de carro em 20 minutos.

Este é mais um serviço que este blog traz a seus sete resistentes e insistentes leitores. Obrigado pela atenta leitura.

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McCabe & Mrs. Miller, de Robert Altman (1971)

McCabe & Mrs. Miller, de Robert Altman (1971)

Robert Altman fez dezenas de filmes, alguns muito bons, outros lastimáveis. Como a maioria das pessoas, tenho grande admiração por suas histórias polifônicas como Short Cuts, Nashville, O Jogador, O Casamento, etc., mas meus preferidos são aquelas obras que ficaram perdidas lá nos anos 70, Como McCabe & Mrs. Miller (Onde os homens são homens), Brewster McCloud (Voar é com os pássaros) e Três Mulheres.

McCabe & Mrs. Miller é um falso western. Dentro de uma narrativa melancólica, Warren Beatty é um fanfarrão covarde e sonhador, que chega a um remoto lugarejo do oeste americano com a finalidade de montar o primeiro puteiro da comunidade. Mrs. Miller, vivada por uma lindíssima Julie Christie, é a cafetina que vai recrutar moças e garantir pelo gabarito do salão… Como era de se esperar, o local torna-se um sucesso, chamando a atenção de forasteiros que desejam adquirir a casa. Beatty não se dá conta de que a violência é habitual de naquele povoado onde não se dá muita importância a seu charme e carisma. Quando vi No country for old man (Onde os fracos não têm vez), dos irmãos Coen, logo pensei numa longínqua inspiração neste “western” de Altman. Acredito ter razão.

É o mais úmido e barrento dos filmes. Há uma névoa sobre todas as tomadas externas. É como se aquele não fosse um bom lugar para alguém que tão narcisista, cheio de si e “civilizado” como o personagem de Beatty. A trilha sonora de Leonard Cohen sublinha notavelmente o ambiente.

Deve ter em DVD. Saudades.

McCabe and...
McCabe and…
Mrs. Miller
Mrs. Miller

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Estava falando com o Latuff e chamei a falta d´água em São Paulo de…

Estava falando com o Latuff e chamei a falta d´água em São Paulo de…

… “crise hídrica”. Em resposta, ele pediu um papel para desenhar a tal crise…

Latuff Crise Hídrica

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O Monumento às Prostitutas de Praga

O Monumento às Prostitutas de Praga

Praga tem monumentos estranhos. Há o Edifício Dançante.

Foto: Milton Ribeiro
Foto: Milton Ribeiro

Na frente do Museu Kafka, tem também aquele cara mijão que gira o púbis, regando tudo em torno de si.

O cara gira, esguichando | Foto: Milton Ribeiro
O púbis do cara gira, esguichando | Foto: Milton Ribeiro
Tudo na frente de um locais mais visitados da cidade, o Museu Kafka | Foto: Bárbara Ribeiro
O autor do blog observa. A escultura encontra-se na frente de um locais mais visitados da cidade, o Museu Kafka | Foto: Bárbara Ribeiro

E a belíssima cidade vai empilhando atrações clássicas com outras nem tanto.

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Recentemente, a capital da República Checa, recebeu uma escultura de bronze de uma menina sem calcinha. Mas não é só isso: ela está agachada, com o rosto sobre a perna de um homem, sugerindo ter feito ou estar prestes a praticar felação (ou um “boquete”, para usar o termo mais comum). A escultura causou escândalo, como era de se esperar.

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Oficialmente, a escultura recebeu o nome de “Morsa”, mas os habitantes da cidade a chamam de forma unânime de “Monumento às Prostitutas”. Originalmente, a escultura, que é de autor anônimo, ficaria no bairro Dvorak, conhecido por sua abundância de bordéis. Mas os habitantes locais não quiseram ver o bairro ainda mais estigmatizado e opuseram-se à obra.

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Por incrível que pareça a escultura acabou em uma tranquila área residencial. E tornou-se imediatamente atração turística. É considerado um bom presságio ir até ela e esfregar o dedo no clitóris da moça. Criou-se a fama de que as mulheres que assim o fizerem atingirão mais e melhores orgasmos, assim como os homens… Não conferimos o veracidade do fato.

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Bolívar no Beira-Rio

Bolívar no Beira-Rio

BolivarBolívar esteve presente nas duas Copas Libertadores da América vencidas pelo Inter, em 2006 e 2010. Até marcou o gol da vitória na virada contra o Chivas Guadalajara no primeiro jogo da final de 2010, após passe de cabeça de Índio. Esteve no Inter entre 2003 (era lateral direito) e 2006. Retornou em 2008, ficando até 2012. Creio que Abel tornou-o zagueiro lá por 2005. E Bolívar foi um grande zagueiro, um grande vencedor, mas fez duas temporadas lamentáveis em 2011 e 2012, tendo sido negociado com o Botafogo no início de 2013, onde não foi muito mais feliz, tanto que em 2014 participou do time que caiu para a segunda divisão. No Inter, conquistou tanta coisa que ninguém tinha peito de deixá-lo na reserva, apesar das más atuações.

Eu fui um dos que mais criticaram Bolívar ao final de sua segunda passagem no Inter. Mas hoje acho que a torcida colorada deve lembrar não de seus últimos tempos no Inter e sim como aquele zagueiro veloz e vigoroso que dava botes exatos e que sabia sair jogando. Por muito tempo foi capitão do nosso time.

Hoje, Bolívar reaparecerá no Beira-Rio jogando pelo Novo Hamburgo. Tem 34 anos, uma de enorme saldo positivo e a vida certamente feita. Não estarei no estádio às 17h. Espero que a torcida colorada o aplauda muito. Chega de queimar ídolos.

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O último dia: 12h em Florianópolis

O último dia: 12h em Florianópolis

A vida não é mole e, sem amigos, amor e cultura, a coisa não vai mesmo.

Pulo o penúltimo dia — um dia chuvoso em Bombinhas e ao qual devo voltar logo depois num resumão das férias — para ir ao frutífero e mais prazeroso dia final. Tínhamos 12h em Florianópolis e desejávamos fazê-las as melhores. Para conseguirmos, pedimos sugestões a um facefriend da Elena que mora na cidade: o médico, pianista e ciclista gaúcho Henrique Bente. Pedi amizade a ele a fim de conversarmos os três juntos no bate-papo e qual não foi minha surpresa ao saber que ele era um dos sete leitores deste blog e usuário do PQP Bach. Anos atrás, tinha inclusive enviado colaborações musicais ao blog que poliniza a beleza musical pelo mundo. OK, exagerei, mas deixa.

A empatia foi instantânea. Sob os olhares compreensivos de Obama e de Zuckerberg, tivemos um diálogo muito animado e interessante. O Henrique, como conhecedor de nossos interesses, foi cirúrgico ao nos indicar dois locais quase contíguos e perfeitos para quem não iria às praias da ilha: o Café François e o Paradigma Cine Arte. Nossos banhos em Bombinhas foram sensacionais, inesquecíveis mesmo, mas é claro que estávamos saudosos de um bom filme e de um café. Como ele sabia? Então chegamos à cidade e fomos direto para lá. No Paradigma, vimos o bom argentino O Crítico e o esplêndido canadense Mommy, entremeando as sessões com visitas à sublime — sem exagero — boulangerie.

Depois do trabalho, lá pelas 19h, o Henrique veio até nós. Não o conhecíamos pessoalmente. Meio tímido, filho de um casal que mistura sangues japonês e alemão, o Henrique chegou primeiramente desfazendo a impressão inicial. Fez uma reverência oriental e beijou a mão da Elena. Mas logo a impressão retornou. Mais ouvinte do que falante, observador, gentil, inteligente e reflexivo, deixou-nos encantados. Falamos e contamos piadas como velhos amigos. Saímos do François e passeamos por Santo Antônio de Lisboa, acabando no Restaurante Chico.

Por esta razão escrevi “dia frutífero”. Fizemos mais um amigo. Na saída, ainda soubemos que ele tinha pendente uma diária de carro alugado e que decidira utilizá-la conosco. Não adianta, tenho (temos, Elena) muita sorte. É certo que vamos nos reencontrar.

Por isso que a categoria que fala dos amigos, neste blog, chama-se “Amigos, tudo”.

Este é o tiramisu da Boulangerie François de Florianópolis
Este é o tiramisu da Boulangerie François de Florianópolis devorado antes de assistir Mommy. Não é apenas bonito.
Antes do cinema, a Elena Romanov come um divino pão de centeio com geleia
Antes do cinema, a Elena Romanov come um divino pão de centeio com geleia.
Meu croissant de goiabada com minas
Meu croissant de goiabada com minas.
O baguete de pastrame da Elena
O baguete de pastrame montado para a Elena.
Elena Romanov, indócil no partidor
Elena Romanov, indócil no partidor.
Mas por que não come?
Mas por que não come?
Henrique Bente é um hábil abridor de ostras
Henrique Bente demonstrou sobejamente ser um hábil abridor — e um voraz comedor — de ostras.
Quem pagou por isso?
Quem pagou por isso?
Henrique Bente e Elena Romanov apresentam suas ostras a meus sete leitores
Henrique Bente e Elena Romanov apresentam seus troféus a meus sete leitores.
Elena Romanov e Milton Ribeiro em momento visigodo
Elena Romanov e Milton Ribeiro em momento visigodo.
Henrique Bente, Elena Romanov e Milton Ribeiro
Henrique Bente, Elena Romanov e Milton Ribeiro, todos imitando a corujinha querida ao centro.

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Perseguição ou o motivo pelo qual passei a moderar comentários

Perseguição ou o motivo pelo qual passei a moderar comentários
Peço desculpas ao site Cozinha Brasileira pelo uso da foto
Peço desculpas ao site Cozinha Brasileira pelo uso da foto

Sigo recebendo comentários agressivos no blog. Faz mais de um ano. São anônimos e frequentes. Só por isso, meus 7 fiéis leitores são obrigados a conviverem com a moderação de comentários.

Hoje, perguntaram sobre quem teria pago as ostras que comi — você ou ela? E me chamaram de “blogueiro chupim”, seja lá o que isso signifique.

Que tipo de pessoa vasculharia meu blog atrás de indícios de riqueza ou de sacanagem? Comer (e pagar) por ostras é bem inofensivo e viável, não?

Anônimo ou anônima, vai comer massa quatro queijos ou dividir francesinhas! Por favor, me esquece!

Bem, o mar me chama para um último banho. Fui.

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Últimas horas em Bombinhas

Últimas horas em Bombinhas

Nossas explorações gastronômicas nos levaram a lugares bem interessantes aqui em Bombinhas. Como campeão, podemos deixar empatados os restaurantes Olímpio — simples e boníssimo — e o Berro d`Água — mais chique e também excelente — lá da praia de Zimbros. Num muito honroso segundo lugar, deixamos o César, onde fomos anteontem comer ostras e o café de nossa pousada, onde o raio gourmetizador atingiu apenas a qualidade do que é servido. Os outros a gente não cita. Bem, deixemos a Casa da Lagosta com o terceiro lugar. Lá é muito bom também. Ah, a moleza das férias!

(Por falar em Raio Gourmetizador… Não será ele um filho do Raio da Vida utilizado por Bulgákov em Os Ovos Fatais, que por sua vez é filho do Raio da Morte com que a parte da população de Kiev tentou afastar os bolcheviques há quase 100 anos?)

E manhã, quinta-feira, o “simpático casal do cinza (*)”, que é como soubemos que os funcionários da Pousada Narinari nos chamam, começa seu retorno para Porto Alegre, não sem antes dar uma passada pelo Café François e Paradigma Cine Arte de Florianópolis, onde talvez também conheçamos pessoalmente um amigo.

Abaixo umas fotos tiradas no Restaurante César.

As ostras do César
As ostras do César, devoradas em 2 de fevereiro em homenagem aos aniversários de Jascha Heifetz e James Joyce.
Agora protas com o limão e o molho
Agora prontas para comer, com o limão e o molho
O talharim com frutos do mar que perdeu para o do Berro d`Água
O talharim com frutos do mar que perdeu para o do Berro d`Água
Elena e sua cerveja sem álcool
As mãos de Elena e sua cerveja sem álcool
Em outro ângulo
Em outro ângulo
Dentro do quarto cinza (a Elena gosta de fotos fora de foco...)
Dentro do quarto cinza (a Elena gosta de fotos fora de foco…)

(*) Na Narinari, os quartos são chamados por cores, não por números.

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Ainda em Bombinhas, Jack Vettriano, duas cervejas, quatro poemas e um ogro

Ainda em Bombinhas, Jack Vettriano, duas cervejas, quatro poemas e um ogro

Ontem foi um dia perfeito. Sono esticado pela manhã; mar calmo, limpo e lindo, permitindo o namoro dos casais entre ondas que se sucediam como carícias; depois, um belo jantar em nossa varanda, seguido de longo passeio. Um dia amoroso. Tudo isso para comemorar nosso um ano e cinco meses de namoro. Pois, sim, comemoramos mensalmente, ora.

Em meio a isso, numa navegada pela internet, uma tia da Elena postou numa espécie de facebook russo uma série de gravuras do escocês Jack Vettriano, que tem como pano de fundo o mar. Isso justo quando estamos no litoral tirando fotos profundamente amadoras como as de anteontem, com a Elena e eu à beira d`água.

Abaixo, duas imagens de Vettriano e nossas fotos fora de foco, já um pouco tristes porque vamos embora na quinta-feira e aqui estava — puxa, e ainda está — muito bom.

Jack Vettriano - The_Singing_Butler__finished

Jack Vettriano - In Conversation

Abaixo, ontem à noite, eu bebia uma Baden Baden Golden, enquanto a Elena por companheirismo, bebia cerveja sem álcool só para me acompanhar. E sem vodka, amigos.

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Depois as fotos fora de foco, mas das quais gosto muito. É claro que a última foto é uma brincadeira, creiam, mas que revela uma tendência de 2015.

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Elena Romanov DSC02173

Elena Romanov DSC02175

 

Elena Romanov DSC02177

Milton Ribeiro DSC02185

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