Vai pra casa, Lênin!

Parecidas, não? A da direita todos conhecem, é Scarlett Johansson, claro; a da esquerda é Nadežda Konstantinovna Krupskaja, esposa de Lênin.

Nadežda Konstantinovna Krupskaja scarlett johansson

via Elena Romanov

Gostou deste texto? Então ajude a divulgar!

Um passo-a-passo para você se livrar da turma de Giovanni Luigi Calvário pela internet e receber a Scarlett Johansson em casa

Colorado,

No dia 15 de dezembro acontecerá a eleição do Inter. Apesar do presidente já ter sido eleito em 1° turno, é muito importante que você vote para o Conselho Deliberativo, elegendo os conselheiros que irão fiscalizar o trabalho da diretoria e em 2014 decidirão se haverá ou não 2° turno. Por isso da importância de votar na Chapa 3 do Convergência Colorada.

Se você, por exemplo, mora no interior ou prefere votar pela internet, ATENÇÃO: é necessário ativar sua opção de voto pela internet até o dia 18 de novembro (domingo). Faça sua confirmação o quanto antes. Para isso, acesse: https://www.votainternacional.com.br/votacao

Caso não tenha ou não lembre da sua senha de acesso, recupere-a em seu e-mail:

http://www.internacional.com.br/socios/lembrar_senha.php

Siga os 3 passos para: 1) optar pelo voto na internet; 2) confirmar dados pessoais e,  3) receber e-mail de confirmação. Clique no 1° link da mensagem de e-mail recebida e guarde a mensagem para votar dia 15/12/2012 pelo 2° link da mesma mensagem.

Quem pode votar

Pode votar quem se associou até o dia 31 de dezembro de 2010, estiverem em dia com suas mensalidades até o dia 31 de outubro de 2012, maior de 16 anos completados até o dia da eleição (15/12/2012), nas categorias Beneméritos, Remido, Patrimonial, Paraninfo, Contribuinte e adquirentes de título patrimonial não remido do Parque Gigante, admitidos antes de 13 de novembro de 1990.

Mais informações, dúvida ou qualquer problema, ligue para o CAS – Central de Atendimento ao Sócio: (51) 3230-4600

Siga o passo-a-passo:

No site do Inter, clique na barra “Eleições 2012”:

Ou acesse direto o site http://www.votainternacional.com.br. Lá, vá na opção “Como votar”:

Leia as instruções e acesse https://www.votainternacional.com.br/votacao:

Digite seu número de matrícula (só os números, sem pontuação) e senha. Caso não lembre a senha, clique em “Lembrar senha“, para recuperá-la por e-mail:

Já logado no site, opte pelo voto na internet:

Confira e confirme seus dados pessoais:

Uma instrução avisará que foi enviada confirmação ao seu e-mail:

Acesse seu e-mail. Na mensagem do Inter, clique no 1° link para finalmente ativar seu voto. E guarde a mensagem para acessar a votação no dia 15/12 (no endereço do 2° link):

Fonte: Blog da Convergência Colorada

Depois receba a Scarlett Johansson em casa:

Gostou deste texto? Então ajude a divulgar!

Os dois maiores filmes recentes sobre o amor?

Sabe-se que as grandes obras costumam girar sobre três temas básicos: o amor, a morte e deus. O cinema adora o amor, até porque é mais leve do que fazer filmes sobre o silêncio de deus e poucos além de Bergman sabem falar da morte. Porém, os dois filmes que escolhi também falam sobre a morte.

As Pontes de Madison é narrado através das cartas de uma mãe recém falecida, Francesca Johnson (Meryl Streep), e esta fala sobre outra morte, a do fotógrafo da National Geographic Robert Kincaid (Clint Eastwood). Em Encontros e Desencontros — incrível tradução de Lost in Translation — fica tão clara a diferença de idade entre os personagens de Scarlett Johansson e Bill Murray, que só podemos pensar: ela é muito jovem e tem a vida pela frente, ele tem muito menos tempo. Bem, de qualquer modo, a morte está em quase toda manifestação humana.

Lost in Translation (2003) é o segundo filme de Sofia Coppola. Bill Murray faz um ator de meia-idade que se encontra em Tóquio para uma campanha publicitária. É casado e desanimado, inclusive com seu casamento. Ele se sente oprimido com a rotina sem sentido de sua vida. No hotel, onde está hospedado sozinho, conhece Charlotte (Scarlett Johansson), uma jovem recém casada que aguarda o marido que está trabalhando por alguns dias noutras cidades do Japão. Há nele enorme entusiasmo profissional, mas quase nenhum por sua jovem mulher que é deixada a esperar. Ambos estão desconectados de seus parceiros e, juntos, começam a repartir horas que não passam enquanto se estabelece uma relação de compreensão mútua. O caso não vai adiante neste excepcional roteiro da própria diretora, filha de Francis Ford Coppola, autor de outro clássico deste cinema de momentos apenas respirados, A Conversação (1974).

As Pontes de Madison (The Bridges of Madison County, 1995) tem origem num livro bastante fraco de Robert James Waller. Eu o li. Alfred Hitchcock já ensinava que não se deveria pegar obras-primas literárias para passá-las ao cinema. Ao natural, dizia o gordo, as obras mas fracas são as que mais se prestam à conversão, talvez porque seja mais simples criar significados onde não há e é inviável imitar ou alterar o significado de obras densas. A história é simplíssima. Conta a história de Francesca (Meryl Streep) uma mulher casada que se envolve com um fotógrafo da revista National Geographic que, numa tarde indolente, chega a Madison, em Iowa, a fim de registrar imagens das famosas pontes cobertas. O marido e filhos de Francesca, que vive num sitio, estão ausentes devido a algum evento rural, como uma exposição de animais. A história é contada em flashbacks. Após a morte de Francesca, seus filhos descobrem um manuscrito que revela esta passagem de sua vida.

São obras de climas com vários pontos em comum, apesar de se passarem em ambientes diversos. A ação de Pontes de Madison ocorre no campo, em Madison County, para onde se dirigiu o fotógrafo Robert Kincaid (Clint Eastwood). Lost in Translation se passa no Japão, num hotel no centro da metrópole. E aqui cessam as grandes diferenças do quarteto ou quinteto: dois homens são fotógrafos, profissão que já pressupõe despojamento e viagens. Três são casados — só Kincaid-Eastwood não é — e três parecem estar decididamente à deriva pelo mundo — só Francesca-Streep está firmemente em casa. Porém, todos eles, casados ou bandoleiros, estão sentimentalmente à deriva e parecem encontrar amor ou o consolo em apenas um encontro efêmero.

Em verdade, sob o amor, há o tema da insatisfação. Nem o bobinho marido  workaholic de Scarlett no filme de Sofia Coppola parece feliz. Estão todos insatisfeitos; se Francesca, Robert e Bob Harris (Bill Murray) passaram e passarão suas vidas neste estado, a Charlotte de Johansson fica paralisada no meio da rua, enquanto Brian Ferry canta More than this, there is nothing.

Gostou deste texto? Então ajude a divulgar!

Larguei o Avanço, agora só uso Dolce & Gabbana… (updated)

… usar outra coisa? Tá louco?

Gostou deste texto? Então ajude a divulgar!

Woody Allen disse:

O HUMOR está ligado ao desespero, à hostilidade, à ansiedade e à angústia. Não existe humor sem sofrimento mesmo nos cômicos mais superficiais.

Gostou deste texto? Então ajude a divulgar!

Hora de conferir todo o acarajé e malemolência do Butragueño de Amaralina

As organizações O Pensador Selvagem, ImpedCorp (detentora dos direitos do blog Impedimento) e o Esporte Clube Vitória da Bahia têm a honra de apresentar….:

(Fanfarras)

Franciel Cruz em Porto Alegre!

Para os mais distraídos informo que o grande Franciel empresta sua pena demolidora a dois blogues, sendo que num exercita desenfreada fantasia e noutro, sua única verve estilística. Um reside na grande planície inculta do WordPress, outro no articulado condomínio privado O Pensador Selvagem. Costuma também ser meu colega no Impedimento onde volta e meia tergiversa espetacularmente sobre as más atuações de seu time.

No vão desvario de ver seu time Campeão Brasileiro — pera aí, aí ao lado ele fala na América? Tsc, tsc, tsc… –, prerrogativa a ser exercida pelo Internacional de Porto Alegre em 2009, ele há algum tempo marcou viagem para Porto Alegre. Na época, eu lhe ofereci comida e hospedagem na majestosa residência dos Ribeiro na Zona Sul de Porto Alegre. Ele aceitou, respondendo que Deus me pagaria, fato que ansio ocorra logo e con interés. Porém, dias depois, pedi-lhe candidamente que a comentasse o jogo Barueri 4 x 0 Vitória. A ingênua solicitação foi respondida da forma mais velhaca, abjeta, ignóbil, escrota e desprezível, conforme vocês podem conferir abaixo.

Scarlett

Aprendi com o menestrel alagoano Thalles Gomes que não devemos ter pudor de sacar do coldre nossas falsas erudições para iludir o distinto e inculto público. “Não falha nunca, Sêo Françuel – principalmente se apelarmos para um autor conhecido. É batata. A patuléia se identifica e ainda acha que também é inteligente”, confidenciou-me o sacana com seu antiquado sotaque carioca, pouco antes de ser escorraçado do Rio de Janeiro como charlatão.

Pois muito bem. Sigo seu conselho e, desavergonhadamente, não gasto nem mais um parágrafo para atravessar o Atlântico e solicitar o auxílio do menino Fernando Pessoa, na voz rouca de Alberto Caeiro.

É claro que vocês sacam aquela ladainha de que o rio da aldeia do gajo era muito mais belo e aprazível javascript:;que Tejo, certo?

Pois então. Desde tempos imemoriais, aplico tal tese em relação às mulheres. Prefiro a mulata da esquina, que passa mexendo mais do que Ferry Boat em dia de mar agitado, do que estas musas de plásticos que enfeiam as revistas.

Aliás, sempre achei este negócio de ficar admirando mulher inatingível uma perda de tempo dos seiscentos. Inclusive, nunca consegui entender o comportamento de um amigo gaúcho (por favor, não espalhem que eu tenho um amigo gaúcho) que todo sábado publica fotos e mais fotos de garotas que ele nunca vai comer. Pra quê, meu deus?, pergunto sempre, mas o Onipotente se esconde em alguma nuvem negra e não responde. Se não fosse minha incurável elegância, eu diria que mais do que perda de tempo, isto é um grave sintoma de xibungagem.

A disgrama é que toda regra tem exceção e eu também caí no canto da sereia.

Scarlett.

Antes, porém, de falar da menina Johansson percebo que é hora de meter um pouco mais de erudição (obrigado, Thalles).

É óbvio que vocês conhecem o poema Teresa de Manuel Bandeira, né? Sim, aquele mesmo no qual ele diz que a primeira vez que viu a referida achou que ela “tinha pernas estúpidas”, que na segunda percebeu “que os olhos eram muito mais velhos que o resto do corpo” e que na terceira vez não viu mais nada, pois “os céus se misturaram com a terra e o espírito de Deus voltou a se mover sobre a face das águas”.

Pois então. Minha relação com Scarlett foi diferente. Não esperei a terceira vez. Peguei afeição pela moção logo de prima, quando a vi abandonada no filme Uma rapsódia americana. Putaquepariu futebol e regatas! A menina tinha uma quase vulgaridade e imponência das divas de antanho, um num sei o que de indizível – seja lá o que isto signifique.

E, desde então, que não vejo a hora de deixar meu filho com fome e gastar todo meu parco contracheque com aquela gazela. Investirei todo meu patrimônio apenas para que ela olhe pra mim com aquele mesmo olhar que devotou a Woody Allen. E nem venham falar em leite das crianças. Não aceito chantagem. Já vi homem muito mais sério do que eu perder trator, fazendas e fortunas com mulheres menos abençoadas, que não teriam condições nem de amarrar as chuteiras de Scarlett.

“Por falar em chuteiras, Sêo Françuel, isto aqui é site sobre futebol. Que horas o senhor vai falar sobre o jogo entre Vitória x Barueri?”, pergunta-me um desalmado gaúcho. Ao que, secamente, respondo. Nunca, nécaras, jamais. E invoco a sábia sentença do santo Bento XVI: “Estes gaúchos são todos viados. Onde já se viu querer interromper um discurso sobre Scarlett para tratar de um jogo chinfrim de futebol? – se é que aquele triste espetáculo que aconteceu ontem em São Paulo pode ser chamado de jogo de futebol”.

Palavras da Salvação.

Franciel Cruz

Este é o preito que recebo por franquear minha mansão e conceder vitualhas a este soteropolitano descrido e indevoto. Mesmo assim, repercuto aqui o convite composto pelo ínclito Daniel Cassol no Impedimento de ontem. O chamamento — que copio abaixo — é extensivo a quem se interessar, mas a presença terá de ser antes confirmada em comentário neste post.

ImpedFest relâmpago em honra a Franciel Cruz

Meu povo legal, meu povo jóia, a verdade que cura e liberta é uma só: o rouco locutor das terras baianas, Franciel Cruz, virá a Porto Alegre desviar o foco do Dia da Independência, ensinar-nos o ludopédio em 18 idiomas e orientar o Bitória na partida contra o Grêmio no estádio Olímpico. E, não mais importante, estará na capital de todos os bovinos para beber, e não para conversar.

Puta que pariu a mãe do guarda!

Diante do exposto, sacamos nosso Anapion do coldre para convocarmos a massa impedimentense para um evento sem parâmetros na história da beberagem mundial: a ImpedFest relâmpago em honra a Franciel Cruz.

Será nesta sexta (4), conhecida também como HOJE, no tradicional bar Parangolé (Lima e Silva, quase chegando na Perimetral), a partir das 19h30 (dezenove horas e trinta minutos).

Valhei-me Vagner Mancini!

Mas não pensem que a Semana Franciel termina por aí.

Seguinte é este.

No sábado, às 18h30, ele poderá ser encontrado na arquibancada destinada à hinchada de Bitória no confronto contra o Grêmio.

Na segunda, às 17h30, o Butragueño de Amaralina ministrará uma aula de futebol em 18 idiomas – além do baianês – numa ImpedNua extraordinária a ser realizada no Camisa 10 (quem quiser participar, se manifeste nos comentários).

No intervalo destas atividades, Franciel Cruz estará de mãos dadas com Milton Ribeiro.

Palavras da salvação.

Conselho de Idosos da ImpedCorp.

Por favor, não me procurem sábado de manhã.

Gostou deste texto? Então ajude a divulgar!