A frase principal de Bartleby nas quatro edições que possuo do livro. Cada um traduz “I would prefer not to” de uma forma diferente.
“Prefiro não fazer” (LPM, Cássia Zanon, 2003),
“Prefiro não” (Antofágica, Antônio Xerxenesky, 2023),
“Prefiro não fazê-lo” (Cultrix, Olívia Kränenbühl, 1985),
“Eu preferia não fazê-lo” (Record, A. B. Pinheiro de Lemos, 1984).
Já que é um clássico do século XIX, eu escolheria uma outra forma, mais antiquada: “Preferiria não fazê-lo”.
