No ano passado, acertei o Nobel de Literatura. Todos sabiam que seria um homem — a alternância está definida — e que os votantes estavam liberados para votarem em quem quisessem. Apostei no melhor que conhecia, László Krasznahorkai. E acertei.
Neste ano, dizem que o Nobel vai para uma mulher. Minha favorita é Lídia Jorge. Dentre as citadas nas casas de apostas é a que acho melhor. Mas não conheço a maioria delas, claro.
