Isto também não é uma “idiotice”? Refiro-me ao post abaixo. Dica do Fernando Guimarães.
Isto também não é uma “idiotice”? Refiro-me ao post abaixo. Dica do Fernando Guimarães.
O blog acaba de receber o seguinte comunicado:
Nós, da FGCK (Frente Gaúcha de Combate ao Kitsch), assumimos o atentado às instalações do Natal Luz. Se a coisa for reerguida, invadiremos novamente a Bavária de Plástico. Muito cuidado, portanto!
A qualquer momento, mais informações.
O Escrivão de Polícia sentou-se à mesa e escreveu:
Por ser provocador, por não acreditar em deus, por ter dito isto sempre, por sentir-se superior a quem acredita, por gostar desmedidamente de mulheres, por gostar muito de música, por gostar desmedidamente de literatura, por amar o S.C. Internacional, por ser um glutão, por gostar desmedidamente dos amigos, por defendê-los das iniquidades, por não ser acomodado, por incomodar a acomodação de outros, por gostar de rir desbragadamente, por correr sem ser atleta, por ler mensagens de outros grupos no Facebook, por gostar desmedidamente de cinema, por gostar de criticar internamente, por gostar de externar tais pensamentos em palavras por escrito, por amar Bach, por sofrer eventualmente de hipobachemia, por ser gentil, por ter a baixa auto-estima diagnosticada três vezes e nunca ter se tratado, por não perder piadas, por rir fora de hora, por admirar os seios das mulheres, por desprezar suas bundas, por nunca torcer pela Seleção Brasileira, por manter um blog anônimo, por ser estar sempre insatisfeito, por ter roubado muitos livros, por ter sido processado inutilmente uma vez, por ter sido processado inutilmente duas vezes, por dormir cedo, por acordar às 6h, por nunca ficar doente, por gostar de Bergman e Tarkovski, por ter tido dois filhos, por amá-los incondicionalmente, por ter sido mau aluno, por ter sido o melhor da turma, por dever, por bocejar sem tapar a boca, por enfiar o dedo no nariz quando sozinho, por tomar muitos banhos, por peidar ruidosamente pela manhã, por ter conseguido tocar a sétima de Bruckner de e na cabeça quase sem nenhum erro e no tempo total certo, por ler tudo sobre estética literária e musical, por achar que o Fausto de Mann é maior de todos os livros, por fazer os outros falarem desbragadamente, por desbragadamente ouvi-los, por muitas vezes detestá-los, por ter tantos livros, por ter muitos CDs, por querer mais, por querer mais dos outros, por não querê-los, por trepar pouco, por não ler todos os e-mails que recebe, por nem sempre atender o telefone, por gostar de caminhar, por caminhar pelas ruas como se fosse um personagem de Machado, por ser irônico e debochado com quem conhece, por fazer o mesmo com quem não conhece, por pensar mal das pessoas, por gostar de volantes que saibam jogar e centroavantes fincados, por ter conhecido Londres e Verona, por achar todas as orientais feias, por mentir em coisas sem importância, por exagerar, por não gostar de óperas, por ter opinião, por ter interrompido seu trabalho voluntário — o maior trabalho político que uma pessoa sem talento pode cumprir — , por esquecer de fumar os charutos cubanos que tem em casa, por fazer comentários com nomes falsos, por não gostar de dançar, por gostar que orquestras toquem música escrita para orquestras, por querer os roqueiros tocando rock e os sambistas samba, por todos os pecados que cometeu, por todos os que cometeria, por uma série de motivos que seria longo explicitar e, fundamentalmente, por roncar à noite, sua mulher, de forma inteiramente justificada, coberta de razões, matou-o a golpes de machado na madrugada de ontem.
E, por minha mulher estar fazendo Direito, servi de modelo para um assassinato perpetrado pela fictícia filha, repetidamente abusada, de um fictício cidadão de São Vendelino (imigração italiana) que já olhava a fictícia neta com certo interesse. O sangue era ketchup. Como o vermelho estava muito claro no primeiro momento, fui besuntado também de molho choio — a garrafa está na primeira foto, ao fundo. Os cortes foram feitos com batom. Por mentir a seus sete leitores.
Adendo: não tem muito a ver com a minha história, mas abaixo está o depoimento improvisado, após apenas uma leitura, da vizinha. Tudo isso para o trabalho de aula. Vejam a notável atuação de sua colega Roberta Reginato — sem letras duplas, mas nascida em Cacique Doble (RS).
“Eu perdoaria uma traição do Kaká. E sabe por quê? Porque quando o homem trai, é sinal de que a sua mulher falhou em algum ponto. Eu não estaria dando o necessário. E não falo só de sexo. Falo de carinho, diálogo, cumplicidade. Se eu descobrisse um caso do Kaká, seria complicado, claro. Mas se ele me trair, tenho certeza de que o motivo seria algo de muito errado feito por mim”.
A mulher do Kaká é da igreja Renascer. Indico a todas.
A rainha da Dinamarca estava oferecendo um jantar de gala em Copenhague. Mas Pentti Arajarvi, marido da presidente da Finlândia, Tarja Halonen, tinha outro apetite. Ele foi flagrado dando uma olhada no decote da princesa Mary, sentada ao lado. Ela percebeu o atrevimento e olhou de cara feia para Pentti, um jurista de 63 anos. O finlandês cara de pau disfarçou e fingiu estar reparando algo no teto. Nascida na Austrália, Mary Elizabeth Donaldson, de 39 anos, é casada com o príncipe herdeiro da Dinamarca, Frederik.
Texto e vídeo retirados daqui.

De André Dahmer, claro.
Identifico-me muito com este reclame durante a época da canícula em Porto Alegre. É luta frequentemente inglória, mas as pesquisas dizem que os feromônios têm o condão de acalmar as mulheres… Mas deve haver limites. Nada de níveis paroxísticos da substância, correto?