Dois jogadores do Inter foram flagrados pelo antidoping. E, bem…

Dois jogadores do Inter foram flagrados pelo antidoping. E, bem…

Nem tudo que parece doping é doping. Por exemplo, lembram do caso Anderson, aquele alemão, ex-volante do Inter, ocorrido lá em 1998? Pegaram-no no antidoping, mas ele acabou absolvido porque ficou provado que a morfina detectada em sua urina era resultado de um pão com sementes de papoula que ele havia comido. Da papoula extrai-se o ópio, que origina a morfina. Os médicos do Inter deram o mesmo pão para alunos de Medicina e todos deram positivo em exame antidoping. Isso livrou a cara de Anderson.

Bem, agora, dois jogadores do Inter, Nílton e Wellington Martins, foram acusados de terem jogado dopados e estão suspensos preventivamente por 30 dias. Pegaram Nilton contra o Corinthians, pelo Brasileirão, e contra o Palmeiras, pela Copa do Brasil, nos dias 16 e 30 de setembro. E Wellington contra o Palmeiras, dia 23, pela Copa do Brasil. Os dois teriam usado um diurético (hidroclorotiazida) que mascara substâncias proibidas.

Nilton devia tomar diuréticos como um louco. Afinal, foi flagrado em dois testes separados por duas semanas. O mais provável é que estivesse se tratando fora do controle dos médicos, porque eles sabem quais substâncias estão na lista do doping e jamais desejariam ver seus nomes envolvidos em confusão. O Inter pediu que fosse verificada a contraprova, o que já foi realizado em laboratório especializado de uma universidade de Los Angeles. Mesmo resultado. O clube trata de elaborar a defesa de seus jogadores para evitar uma longa suspensão. Não há risco de perda de pontos pelo time.

Sábado, Nilton devia já saber da merda que fizera. Ele fez uma partida miserável contra a Ponte Preta. Não creio que os tribunais considerem isso, mas, coincidência ou não, setembro foi um grande mês para o volante colorado. Foi o mês em que ele conseguiu um lugar no time. Não estou dizendo que ele tomou algum estimulante, ainda mais que se sabe que se usa diuréticos simplesmente para perder peso. Tal fato, somado com a parca condição física do grupo, talvez recoloque os médicos do clube na jogada. Espero sinceramente que não. Mas tudo isso são impressões de quem está longe.

Deste modo, o eficiente Nilton, titular de Argel, está fora do Brasileirão. E Wellington, reserva, não joga mais pelo clube, porque tem rendimento deficiente e seu empréstimo vai só até o fim do ano. Que volte para o São Paulo, de onde nunca deveria ter saído!

Espero que Argel finalmente utilize o bom Bertotto. No ano passado, o cara fez boas partidas com Abel Braga, mas Aguirre e Argel esqueceram dele na reserva. Imaginem que ele foi cotado atrás até do morto do Nico Freitas…

Nilton contra a Ponte Preta: diuréticos fatais
Nilton contra a Ponte Preta: diuréticos fatais

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Bom dia, presidente Piffero (com os melhores lances de Inter 1 x 0 Ponte Preta)

Bom dia, presidente Piffero (com os melhores lances de Inter 1 x 0 Ponte Preta)
Tudo com Vitinho  | Foto: Ricardo Duarte
Tudo com Vitinho | Foto: Ricardo Duarte

Que sorte tem esse teu técnico incompetente, hein, Vitorio Piffero? Tu demitiste Aguirre pela preparação física e contrataste Argel. Agora é o momento de rezar para que sigamos ganhando, esperar que o ano acabe para manter o novo preparador físico e demitir Argel. Prezado presidente, a atuação de sábado foi tão ruim que, pela primeira vez, nosso técnico deixou de negar a realidade e disse: temos que jogar mais.

Também foi a primeira vez que vi nosso novo estádio classe média vaiando o time com alguma vontade. Tanto que, no intervalo, só Allison deu entrevistas. Estavam todos irritados consigo mesmos, com a torcida e com a malvada Ponte, que empilhava chances perdidas. Como jogamos mal! Que sufoco tomamos!

Não vou reescrever sobre os erros do time. São sempre os mesmos. Vou apenas pedir que o Sobrenatural de Almeida siga abençoando nossas deficiências.

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Bom dia, presidente Píffero (com os gols de nosso fiasco de finados)

Bom dia, presidente Píffero (com os gols de nosso fiasco de finados)
Piferro: planeje 2016, presidente!
Piferro: planeje 2016, presidente!

Nas últimas partidas do Inter, principalmente nestas duas vitórias contra Flamengo e Goiás, tinha feito referências amargas à ruindade, à falta de sentido coletivo e à feiura do futebol do time de Argel. Então, a derrota de ontem para um dos últimos colocados no Brasileiro não chegou a me surpreender. Ontem, tive vontade de rir de nossa zaga, a qual mais parecia um bordel. Paulão e Réver deslocaram Ernando para a lateral, deixaram Juan do banco, e não deram chances a Eduardo, Moledo e Alan Costa. Não sei se os cinco reservas de Paulão e Réver teriam melhores resultados, afinal, ninguém joga bem em nossa desorganizada equipe, mas mantê-los como se fossem indiscutíveis é uma piada.

O mesmo vale para Alex. Após sua desejada renovação de contrato, Alex sucumbiu e hoje nada o justifica. Mas, sabe Piffero?, o que me preocupa é que nem adianta substituir e contratar tendo um comandante como Argel. Ele simplesmente mostra-se incapaz de dar-nos algum padrão e consistência. Ele é treinador com aspirações, declarações e posturas de time médio. Ele que vá fazer sucesso em Santa Catarina — com o devido respeito aos briosos times daquele estado, que tanto complicam nossa vida.

Por que o contrataste até o final de 2016? Bem, problema teu e de nosso setor financeiro. Ele era uma aposta e sabemos que a maioria das apostas são perdidas para a banca. Perdeste, perdemos. Todas aposta leva uma carga de otimismo. Não deu. Acho pura perda de tempo seguir com ele no ano que vem, melhor não insistir no erro. Nosso futebol está em fase de degradação e decomposição e não deveria estar assim, já que Argel está lá faz 19 jogos. Que ele leve o time se arrastando até o final de 2015 e seja feliz recebendo sem trabalhar — ou assumindo outro time — em 2016.

Chega. Sobre o novo treinador… Bem, procure! Mesmo sem a Libertadores, haverá muitas e importantes disputas em 2016.

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É pura matemática, o Grêmio detém o recorde de maior jejum de títulos importantes da história do RS

É pura matemática, o Grêmio detém o recorde de maior jejum de títulos importantes da história do RS

No início de 2015, o Grêmio roubou uma marca indesejável que era do Inter. O tricolor passou a ostentar o indesejável título de Campeão de Jejum da história do futebol do Rio Grande do Sul desde a primeira conquista nacional, em 1975. Leia abaixo.

 Matéria de Marinho Saldanha, publicada no UOL em 25/12/2014. Adaptada e atualizada.

gremista chorando

Até 1975, a dupla Gre-Nal valorizava muito mais a disputa regional do que os títulos brasileiros ou mesmo continentais. O Gauchão era motivo de orgulho de parte a parte, com disputas, brigas e discussões intermináveis que rompiam o campo de jogo. Não mudou muito no que diz respeito a dualidade entre azuis e vermelhos, o que foi alterado a partir de 1975 foi a importância dada às conquistas.

O Internacional abriu caminho com a conquista do Brasileirão daquele ano. Em seguida, ganhou de novo em 1976 e foi tricampeão em 1979. Até conhecer o primeiro grande jejum de conquistas relevantes. Depois daquela taça, a próxima viria apenas em 1992, com a Copa do Brasil. Foram 13 anos de espera, precisamente 4.739 dias entre 23 de dezembro de 1979, final daquele Brasileiro, e 13 de dezembro de 1992, final da Copa do Brasil.

Mas com o gol de Célio Silva, o Internacional superou o Fluminense e quebrou a marca. Até então, maior período sem conquistas de clubes gaúchos. Mal sabia o Inter que um jejum ainda maior estava à caminho. Entre 1992 e a conquista da Libertadores de 2006 foram 14 anos. Exatamente 4.994 dias até o 16 de agosto quando o time de Fernandão e companhia derrotou o São Paulo no Beira-Rio consolidando a primeira conquista continental do clube.

Os anos que seguiram deram ao Inter o apelido de ‘campeão de tudo’. Veio o Mundial em 2006 a Recopa em 2007, a Sul-Americana em 2008, o bicampeonato da Libertadores em 2010 e o bi da Recopa em 2011. Depois, as conquistas fora do âmbito estadual pararam até os dias de hoje.

Mas a marca negativa entre 1992 e 2006 está prestes a ser rompida. O Grêmio jamais teve jejum sequer próximo dos do Inter, mas quando resolveu parar de conquistar, o fez em larga escala.

O primeiro título nacional gremista ocorreu em 1981. Depois a Libertadores e o Mundial de 1983, a primeira edição da Copa do Brasil em 1989, novamente a Copa em 1994, a Libertadores de 1995, a Recopa de 1996, o tricampeonato da Copa do Brasil em 1997, e no dia 17 de junho de 2001, ao fazer 3 a 1 no Corinthians em São Paulo os comandados de Tite levantaram a Copa do Brasil daquele ano, o último título relevante gremista fora do Estado.

No período que seguiu, apenas a Série B de 2005 foi erguida fora do Rio Grande do Sul. E mesmo com a epopeia conhecida como ‘Batalha dos Aflitos’, o título que recolocou o Tricolor na primeira divisão é pequeno para um clube de tamanha grandeza.

E com isso, o Grêmio chega, na data de hoje, 27 de outubro de 2015, a precisos 5.247 dias sem conquistas. Está mais do que batido o recorde do maior jejum do futebol gaúcho em conquistas relevantes desde o primeiro título nacional.

Cabe ao Grêmio interromper a série negativa a fim de não ampliar o recorde negativo. E torcer para o Internacional ficar novamente um longo período sem levantar taças importantes, para que a marca deixe de pesar no histórico do clube. Lembremos que, se o jejum do Grêmio vem desde 2001, o Inter também não ganha nada de importante desde 2011, quando ganhou a Recopa Sul-Americana.

Imagem meramente provocativa.
Imagem meramente provocativa.

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Bom dia, Argel Fucks (com os melhores lances de Inter 1 x 0 Joinville)

Bom dia, Argel Fucks (com os melhores lances de Inter 1 x 0 Joinville)
Gol salvador de Vitinho veio em cruzamento de D`Alessandro | Foto: Ricardo Duarte / SC Internacional
Gol salvador de Vitinho veio em cruzamento de D`Alessandro | Foto: Ricardo Duarte / SC Internacional

Argel, tu sabes por que o cachorro lambe o saco? Porque consegue. O Inter também é assim: ganha porque consegue, sem saber como. Argel, que partida ridícula fizemos contra o Joinville! Desde o jogo contra o Atlético-MG, logo depois da parada em razão das Eliminatórias para 2018, digo que estamos ainda pior do que antes. E tivemos aqueles 10 dias e mais um meio de semana para treinar. Acho que tu lês livros infantis — está chovendo, gente, é Hora do Conto! — ou organizas sessões de cinema a fim de culturalizar a turma. Tu treinas o time, Argel?Mesmo? Aquilo parece um bando. O adversário fica até nervoso tendo que se ver com tanta gente esforçada e confusa.

Organização nenhuma, criação nenhuma, passes errados, vencendo com gol improvável… E tudo isso contra um Joinville de péssimo sistema defensivo. Era jogo para entrar sem forçar e ganhar por dois ou três a zero, mas o que vimos, no final, foi um sufoco protagonizado pelo time mais fraco do campeonato e que no ano que vem é presença certa na Segunda Divisão.

Eu não sei explicar. Nem os comentaristas de rádio. Ontem, o Vinícius Sinott disse o que todos estavam vendo: “Que sorte tem o Inter!”. Pois estamos em 5º lugar, com 50 pontos, nas portas do G-4. Posição de time bom num campeonato de nível 7 x 1.

Foi isso, foi sorte. E, para piorar, Vitinho levou o terceiro cartão amarelo. Como Lisandro López está machucado, teremos Rafael Moura contra o Goiás no próximo domingo no Serra Dourada! Isso, Argel, já é pedir demais para a Nossa Senhora da Sorte. Eu quero entrar no G-4 e acredito que tens uma ligação o Sobrenatural de Almeida. Só ele explica um time que ganha sem criar situações de gol.

Peço a meus sete leitores que observem os melhores lances da partida. Olha, não houve mais do que isso. Foi mais uma vitória irritante do time do famigerado Argel Fucks.

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Bom dia, Argel Fucks (veja os “melhores” lances de Flamengo 0 x 1 Inter)

Bom dia, Argel Fucks (veja os “melhores” lances de Flamengo 0 x 1 Inter)
Ernando, um ilha de pouco futebol no mar da incompetência
Ernando, um ilha de pouco futebol no mar da incompetência | Foto: Ricardo Duarte

Vocês sabem qual é a diferença entre Argel Fucks e um beijo de novela? É que o beijo de novela é técnico (*).

O Inter voltou a fazer uma partida deprimente, mas o Grêmio fez pior, consolando-nos de alguma forma. Nós, sabe-se lá como, ganhamos por 1 x 0. O Grêmio perdeu por 3 x 2 após estar vencendo por 2 x 0. A virada estabeleceu-se a 50 minutos do segundo tempo através de um jogador muito divertido Apodi, um lateral ultra-ofensivo que é muito melhor que o coitado do William do Inter, por exemplo. Eu já tinha visto o tricolor contra o Santos. Eles jogaram muito mal. Ganharam como nós ganhamos hoje. O futebol gaúcho anda péssimo. Aliás, hoje, o futebol brasileiro como um todo está lamentável, tanto que o Grêmio é o terceiro colocado, o ruim Atlético-MG, segundo, e o Inter, sétimo.

Antes de falar no jogo do Inter, noto que há uma epidemia de Luans no Brasil, algo verdadeiramente perigoso e insalubre, uma verdadeira praga. Há o Luan do Grêmio, o do Atlético e o Santana. E todos se acham. O Inter não tem Luans, o que é um alívio, mas isto não nos torna melhores. Já tivemos borbotões de Wellingtons, lembram? Até hoje um está rondando o Beira-Rio.

Por falar em “tivemos”, tivemos muita sorte contra o Flamengo. O time carioca sempre teve a bola e o controle do jogo. Numa escapadela, fizemos o mais improvável dos gols. Obrigado, Ernando, tu és uma ilha de pouco futebol no mar de incompetência. Depois, ficamos acadelados na defesa, tentando impedir que o Flamengo jogasse. Só que o rubro-negro jogou e, gente, perdeu muitos, mas muitos gols.

Foi jogo para dizer palavrões na frente da TV. Passe errado, palavrão, erro defensivo, palavrão, defesa salvadora de Alisson, palavrão, a milésimo tentativa de contra-ataque que nem passava do meio-de-campo, palavrão, substituição de Argel, palavrão. E, diferentemente do time, a gente variava os palavrões em busca de algum que se revelasse uma palavra mágica que criasse lucidez, técnica e inteligência. Mas não conseguimos pronunciá-la hoje.

(*) Agradecimentos, Filipe Gonçalves.

P.S. — Dourado, meu filho, você nos enganou a todos?

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Bom dia, Argel Fucks (com os melhores lances de Atlético-MG 2 x 1 Inter)

Bom dia, Argel Fucks (com os melhores lances de Atlético-MG 2 x 1 Inter)
Argel não vai durar muito não.
Argel não vai durar muito não.

Querido Argel, nos últimos dias, vi muito futebol internacional — da América Latina e da Europa. E ontem vi nosso time jogar mal contra um igualmente péssimo Atlético-MG. Só que eles jogavam em casa, tinham mais ambição e acertavam mais passes do que nós. Só um pouco mais. O futebol brasileiro é uma água parada, e nós não estamos nem boiando.

Rubens Minelli, hoje com 86 anos, disse muita coisa genial em sua vida como treinador. Uma delas é que as divisões inferiores não existem para disputar nem ganhar títulos, as divisões inferiores servem para formar bons jogadores. Telê também dizia isso. O Léo, com o perdão da palavra, lateral direito do Inter, não conhece fundamentos. Ele é um bom exemplo para o que quero dizer. Ontem, no segundo tempo, ele teve a bola parada a sua frente. Ele levantou a cabeça e viu Valdívia pronto para começar um contra-ataque. Era um passe de 20m em linha reta, isto é, paralelamente à lateral do campo. Olha, Argel, tu deves te lembrar: ele errou o passe, mas errou por muito. E assim era o jogo, todos erravam muito, nós e eles, numa estranha forma de pingue-pongue.

O Inter finalmente está alcançando os outros times em preparo físico. Ontem marcamos e corremos muito. O Atlético também. Isto faz com que, muitas vezes, se perca a bola na tentativa de dribles — tem sempre gente na sobra — e que os passes saiam errados porque o adversário aperta. Joga melhor quem faz as coisas rápida e corretamente. E o que o futebol brasileiro erra é uma coisa notável. Ainda mais no caso de jogadores com deficiências congênitas, como Léo. Mas vejam um dos “craques” do Atlético-MG. Usemos o exemplo de Luan, que mais parece aquele cara legal do seriado “Malhação” que veio jogar futebol com a gente. Ele passa o jogo inteiro em dúvida. Só é destaque pela ruindade dos outros. O futebol brasileiro descuidou da formação de jogadores e isto está endo fatal. Ação de empresários? Sei lá.

Perdemos de 2 x 1 numa rodada onde todos nos ajudaram. Palmeiras, São Paulo e Flamengo perderam. Se ganhássemos, estaríamos provisoriamente em quarto lugar, mas… Mas não temos nem a competência mínima. Futebolisticamente, o ano acabou para o Inter. E tu, Argel, tiraste a sorte grande ao assinar contrato até o final de 2016. Divido que vás muito longe.

Então, fica aquela sensação chata de incompetência, de ter perdido quando seria fácil ganhar, de quem vai ver a Libertadores meio desinteressado em 2016. Um saco.

P.S.: O que houve com o Dourado ontem? Foi a sua pior partida no Inter e nem falo do pênalti que cometeu. E o Paulão fez a sua melhor!

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Uma coisa bem simples: ranking da ESPN aponta Inter como melhor clube brasileiro do século

Uma coisa bem simples: ranking da ESPN aponta Inter como melhor clube brasileiro do século

É tão chato ser gostoso. O Inter aparece na primeira colocação em uma lista do site da ESPN que aponta os melhores clubes brasileiros do século.

O site considerou competições regionais, nacionais e internacionais desde 2001. Confira os 10 primeiros colocados:

1) Internacional – 28 pontos
2) Corinthians – 25 pontos
3) São Paulo – 23 pontos
4) Santos – 19 pontos
5) Fluminense – 11 pontos
6) Flamengo – 11 pontos
7) Cruzeiro 11 pontos
8) Atlético-MG – 9 pontos
9) Grêmio – 6 pontos
10) Vasco da Gama – 3 pontos

Alex dá uma cambalhota durante a Libertadores de 2006
Alex dá uma cambalhota durante a Libertadores de 2006

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Bom dia, Argel Fucks (com os gols e melhores lances de Inter 2 x 1 Sport)

Bom dia, Argel Fucks (com os gols e melhores lances de Inter 2 x 1 Sport)
O primeiro gol foi de Lisandro López após cruzamento perfeito de Anderson Foto: Ricardo Duarte / SC Internacional
O primeiro gol foi de Lisandro López após cruzamento perfeito de Anderson | Foto: Ricardo Duarte / SC Internacional

Em um bom jogo ontem à noite, o Inter cumpriu o chamado dever de casa ao vencer o Sport por 2 x 1. Perdemos um número incrível de gols e tivemos nossa vitória ameaçada com o gol de empate dos pernambucanos depois dos trinta minutos do segundo tempo. Seguimos errando passes a toda hora, mas, paradoxalmente, o time cresceu. O importante foram os três pontos que mantêm a pequena e fraca esperança de uma vaguinha no G-4 durante os próximo dez dias de “retreinamento”.

Anderson começou a jogar um pouco mais e, apesar de não ser um exemplo de velocidade, as chances de gol começaram a brotar loucamente. Mas a qualidade das conclusões tem que melhorar. O Sport teve somente duas chances de gol, a que converteu e outra bem no início do jogo, com Diego Souza fazendo uma jogada ao estilo de Pelé, levando a bola desde o grande círculo até o gol de Alisson. Nossos chutes — foram 14 só no primeiro tempo — ou paravam no poste ou no excelente goleiro Danilo Fernandes. (Atenção, diretoria: Danilo Fernandes, se o Alisson for embora).

O caso de Anderson é curioso. Ele sempre entrava melhor do que o jogador que substituía. Estava se tornando o maior caso de preconceito do futebol gaúcho. Apenas a bela atuação contra o Palmeiras adocicou a imprensa. Já procurei nas redes sociais e encontrei gente dizendo, é óbvio, que a imprensa agora inventa boas atuações dele. Não é fácil ter sido o herói da Segunda Divisão. Nilton e Lisandro também jogaram muito.

Temos um grave problema na lateral esquerda. Ernando é bom, mas joga muito mais no meio. Géferson, o titular, é uma tristeza e só retorna em 2016, Artur só se machuca e Zé Mário está voltando, o que é uma possibilidade. Com Alex ali — é sua posição de origem, é bom lembrar –, o time ganha ofensividade, só que perde marcação.

E tu, Argel, hein? Retirando Anderson e colocando o volante Silva em seu lugar, chamaste o Sport para o nosso campo. O gol do Rodrigo Dourado salvou tua pele.

Agora temos dez dias para descansar, melhorar o preparo físico e treinar. Precisamos errar menos passes, aquilo é uma vergonha. Um empate no dia 14 contra o Atlético-MG seria um resultado maravilhoso, mas acho muito complicado. São nove jogos, mas o caminho a percorrer é bem mais longo do que isso. Há que jogar mais.

Boa sorte, Argel.

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Bom dia, Argel Fucks (com os melhores lances do jogaço Palmeiras 3 x 2 Inter)

Bom dia, Argel Fucks (com os melhores lances do jogaço Palmeiras 3 x 2 Inter)
Lisandro López deixou o Inter classificado por um minuto...
Lisandro López deixou o Inter classificado. Durou um minuto…

Era esperado que o Grêmio fosse eliminado. Afinal, ele só foi campeão no início deste século, em 2001. Vai debutar no ano que vem. Mas achei que desta vez ia mais longe. Não sei quantas vidas tem este imortal. Gostaria que tivesse muitas para a gente seguir se divertindo.

A surpresa foi a boa atuação do Inter. Resultou que o placar de Porto Alegre nos condenou. Aquela atuação é que foi de matar, não a de hoje. A derrota em 180 minutos para o Palmeiras foi justa. E a péssima atuação do Beira-Rio teve a tua mão, Argel. Jamais esquecerei daqueles três volantes em casa.

Curiosamente, estivemos classificados por mais ou menos um minuto. O 2 x 2 era nosso, mas… Já o Grêmio passou a noite ou nos pênaltis ou fora.

Mais uma vez tomamos três gols, Argel. Está na hora de repensar aquela zaga. Réver desistiu de marcar Victor Hugo no primeiro gol. Deu uma de Bolívar. A TV mostra claramente. E Dourado desiste de acompanhar Andrei Girotto no terceiro. Réver já marcava outro jogador. Dourado liberou o cara que fez o gol. São falhas graves, comprometedoras, que causaram dois gols. O Inter perdeu a marcação pelo alto e isso é muito básico no futebol.

Para o Inter, o ano acabou. Não creio que os 7% de chances de chegar à Libertadores — segundo o site de estatísticas Infobola — venham a crescer muito. O Grêmio deverá confirmar sua vaga — hoje tem 91% de chances de confirmá-la. Mas não ganhamos nada de importante nos quatro anos Luigi, nem neste início com Píffero. Estamos nos preparando para ficar iguais ao Imortal, o que é realmente uma tristeza.

Acho que a diretoria, que fez um planejamento tão deficiente em 2015, tem bastante tempo para preparar o novo ano.

Talvez seja o momento de avaliar um elenco que possui coisas inaceitáveis como improvisações na lateral esquerda e jogadores ou decadentes ou ruins, como Taiberson, Juan, Rafael Moura, Wellington, Dida, Léo, Paulão, Géferson, Nico Freitas e Muriel, entre outros.

O mundo gira. O Inter tem um sub-20 forte para quê? Também deve ser encaminhado um meio-de-campo mais forte. D`Alessandro e Alex não são eternos. Investimentos em Vitinho e, sonho meu, Evérton Ribeiro ou outro, poderiam ser pensados.

2016 está aí.

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Bom dia, Argel (com os gols e as leis de Santos 3 x 1 Inter)

Bom dia, Argel (com os gols e as leis de Santos 3 x 1 Inter)
Vitinho e Valdívia: abandonados por deus, pelo meio-de-campo e por Argel
Vitinho e Valdívia: abandonados por deus, pelo meio-de-campo e por Argel

Argel tentou passar por cima de duas Leis Pétreas do Futebol. Sem sucesso, é claro. A de Bielsa e a de Andrade. Foi como lutar contra a gravidade. Vejamos. Reza a Lei de Bielsa:

O time que abdica de jogar com a bola, multiplica o número de bolas que o adversário terá.

Claro, se você não está nunca com a bola e se você defende-se dando chutões para qualquer lado, você está dando a bola e argumentos para que o adversário volte e volte e volte a atacá-lo. Avise Paulão a respeito, Argel. Ensine a todos sobre esta importante Lei do Futebol.

Porém, como se não bastasse, nosso time fora de forma física ignorou outra Lei Pétrea, a Lei de Andrade. O ex-grande jogador e treinador do Flamengo dizia:

O time que está sem a bola corre o dobro.

Há também uma Lei de Cruyff, que diz:

Tem apenas uma bola em campo, então você precisa tê-la.

Então, por mais desfalcado que esteja o teu time, ele não pode errar os passes que erra, nem dar os chutões que dá, nem dar o campo que dá ao adversário. Argel, tu treinas o Internacional de Porto Alegre, não o Figueira. Temos que jogar mais.

Há algo de muito errado no Beira-Rio. Ah, Argel, criei uma Lei pra ti, a Lei de Advertência a Argel :

Todo treinador será cobrado de acordo com a grandeza do seu clube.

E aí tu te ferras, porque a diretoria do clube desmanchou o grupo e tu não tens quase nada nas mãos. Sobre o jogo de ontem, para que falar mais? Ver Wellington onde antes estava Aránguiz… Parabéns, Píffero.

Agora, sirvam três façanhas de nossa direção anterior de modelo a toda terra. Lembra o Euclides Bitelo que Ricardo Goulart foi um dos melhores jogadores do Brasileiro de 2014 e que Lucas Lima é um dos melhores de 2015. O que eles têm em comum? Os dois foram doados pelo Inter como inaproveitáveis. E lembro eu que o autor do primeiro gol do Santos, Marquinhos Gabriel, também.

Parabéns, Luigi.

Após sobrevivermos (mal) à gestão Luigi, veio o Píffero e…

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Bom dia, Argel (com os gols e melhores lances de Inter 1 x 1 Palmeiras)

Bom dia, Argel (com os gols e melhores lances de Inter 1 x 1 Palmeiras)
Uma vida complicada para Argel | Foto: Ricardo Duarte / SC Internacional
Uma vida complicada para Argel | Foto: Ricardo Duarte / SC Internacional

Estamos fora da Copa do Brasil, é minha opinião. Aliás, ontem à noite, eu e o professor Luís Augusto Farinatti acertamos tudo o que dissemos no Beira-Rio. Vocês poderão conferir alguns itens de nossa desalentada conversa particular de torcedores abaixo. Iniciamos melhor do que o Palmeiras. Nossa primeira constatação foi a de que tínhamos que fazer logo os gols, pois não temos preparo físico para mais de 70 minutos, herança do preparador físico de Diego Aguirre.

Iniciamos pressionando muito: Nilton quase marcou de cabeça, Alex obrigou Fernando Prass a uma defesa impossível — a bola passou por baixo do corpo do goleiro, mas tocou em seu corpo de tal forma que subiu e passou sobre o gol — e Nilton novamente criou e perdeu um gol feito.

Depois teve o pênalti defendido por Alisson, um outro gol incrível perdido por Valdívia de dentro da pequena área após jogada genial de Vitinho e, finalmente, o golaço de Alex. Eram 8 minutos do segundo tempo. Sabíamos que a logo logo o Inter se desmancharia. E não deu outra. O bom Ernando — nosso melhor zagueiro, nosso melhor lateral — foi o primeiro a morrer, seguido por Dourado, que jogou muito mal toda a partida. Ambos foram substituídos. O gol do Palmeiras veio de um erro defensivo de… Valdívia, que não se deu conta de que um cruzamento da esquerda atravessaria toda a área chegando até Lucas, o lateral que ele deveria acompanhar. Ele não viu Lucas num primeiro momento. É normal, acontece. Só que o palmeirense pegou a bola livre, cruzou, e Rafael Marques empatou o jogo.

Réver está voltando a jogar bem. Já o Jackson... Deixa ele no Palmeiras para equilibrar
Réver está voltando a jogar bem. Já o Jackson… Deixa ele no Palmeiras para equilibrar | Foto: Ricardo Duarte / SC Internacional

Outras constatações: em nossa conversa na arquibancada do Beira-Rio, lamentamos a falta de armadores no time. Alex era o único. Ele fez uma bela partida, mas não pode ficar sozinho na função ao lado da barata tonta e recuada do Wellington. William merece uma conversa ou uma temporada fora do time para pensar na vida, Vitinho é craque, Nilton confirma-se com bom jogador, Valdívia é ótimo, Réver está voltando a ser Réver — o que é ótimo — e Paulão foi Paulão por todo o tempo ontem — o que é péssimo. O problema é que nada se mantém. Precisamos de mais gás ou de virar os jogos ganhando por dois a zero. Ao final da partida, Valdívia estava sem velocidade e Vitinho, quando voltava para marcar, chegava tarde (e mancando, o que preocupa ainda mais) ao ataque.

2015 foi um ano jogado fora. O time está no bagaço, sem centroavantes e, para piorar, o tornozelo de Sasha foi operado e D`Alessandro para por tempo indeterminado em razão de uma hérnia de disco. Dá pena ver o Inter em campo, ainda mais contra o Palmeiras, que terminou o jogo correndo e voando como começou. Em fevereiro, Élio Carravetta alertou a diretoria sobre a estratégia equivocada do preparador físico uruguaio. Nada foi feito. Aí está. Provavelmente, perderemos mais jogadores por lesões musculares.

Nosso futuro na Copa do Brasil deverá ser a desclassificação. Poucos notaram, mas o Farinatti logo disse: este cartão do Vitinho é o terceiro. Ele levou cartão em todos os jogos da Copa do Brasil. Então, iremos a São Paulo sem D`Ale, Sasha e Vitinho, isto é, sem  ataque… E sem preparo físico.

Nossa única possibilidade é uma bola milagrosa lá na frente — a zaga deles é uma porcaria — e o Alisson operando milagres e mais milagres lá atrás, pois o ataque do Palmeiras é efetivo pacas. Ou seja, é muito improvável que voltemos de lá com a vaga nas semifinais.

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Bom dia, Argel (com os gols do ridículo empate contra o Figueirense)

Bom dia, Argel (com os gols do ridículo empate contra o Figueirense)
Alex quer nos dizer isso: "Gente, renovei o contrato, o que vocês querem mais?"
Alex quer nos dizer isso: “Gente, renovei o contrato, o que vocês querem mais?”

É complicado ter de ganhar uma partida de futebol com Rafael Moura e Wellington Martins, não, Argel? E, se acrescentarmos o Alex e o Lisandro López de sábado… Aí mesmo é que não acontece nada.

Foi uma partida deprimente. Durante o jogo, deu para filosofar bastante a respeito de como esses caras foram parar no Inter. (Ah, também deu para organizar a agenda da semana e pensar no livro que estou lendo). Alex tem uma história rica no clube, mas deixou de jogar bola logo após a renovação de contrato. Rafael Moura fez uma belíssima temporada no Goiás e vive dela até hoje. Depois de sair do clube goiano, ornamentou o banco do Fluminense. Por artes luigianas, passou a enfeitar o nosso como reserva de Damião. O problema é que o fato de ele estar no banco representa o perigo de uma eventual entrada e há as lesões dos titulares, que têm o condão de escalá-lo nos inícios dos jogos. Foi o que ocorreu sábado. Pesado e sem graça, não jogou nada. Aquele lance no segundo tempo em que a bola sobra para ele, que tenta o arremate de perna esquerda, demonstra que ele tem aspirações ao craquismo, que deseja meter a bola colocada de-curva-no-ângulo, ou seja, que é doido varrido.

Há jogadores que têm lampejos e fazem deles suas carreiras. Anderson e os Aflitos talvez seja um caso. Moura e o Goiás é certamente o caso. Espero que seu contrato acabe no final do ano. Mas não tenho certeza se receberemos esta bênção.

Wellington Martins passou o jogo tomando mijadas de Réver e Dourado. Estava sempre fora do lugar. Espero que seu lugar seja no São Paulo em 2016. O empréstimo dele terminará no fim do ano.

Lisandro López iniciou bem, mas foi caindo, caindo e agora propõe que se abra um alçapão no fundo do poço. Ele é o único que tem o benefício da dúvida. É centroavante, mas o escalam com armador. Deveria estar lá na frente, mas lá está Rafael Moura, né Argel?

Meu deus, quem joga no ataque do Inter B, Argel? Este ano, tivemos a entrada de uns meninos bem bons no time: William, Dourado, Valdívia, Arthur, etc. Acho que as saídas de Juan (pela idade), Moura, Wellington e talvez de Lisandro, serão muito boas para diminuir a folha de pagamento e para abrir espaço para os jovens. Ah, Vitinho tem que ficar!

Sobre o jogo… O que posso dizer para nossos sete leitores sobre aquela merda, Argel?

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Bom dia, Argel (com os melhores lances de Inter 2 x 1 Corinthians)

Bom dia, Argel (com os melhores lances de Inter 2 x 1 Corinthians)
O Valdívia que satisfaz | Ricardo Duarte SC Internacional
O Valdívia que satisfaz | Ricardo Duarte / SC Internacional

Argel, quem não sabe que o futebol é assim, que nem sempre o melhor ganha? O Corinthians é mais time do que o Inter e ainda tem, sistematicamente, o auxílio da arbitragem. Estava invicto há 17 jogos, só que ontem perdeu para um Inter dedicadíssimo e atento. Para fechar imediatamente o triste capítulo do árbitro, é só dizer que o homem não deu um pênalti claro em nossa primeira chance de gol no jogo (veja abaixo nos melhores lances).

INTERMEZZO

O Corinthians é melhor que o Inter apesar de ter uma folha de pagamento menor.

FIM DO INTERMEZZO 

Apesar de termos jogado muito bem, foi um jogo com fortes indicações de derrota para o Inter. Era o esperado. Os paulistas saíram na frente com um gol de Malcom e, logo depois, começaram a tomar conta da partida com seu toque de bola muito mais qualificado que o nosso. Então — corajosamente, pois o time estava desfalcadíssimo –, tu, Argel, tiraste Wellington Martins para colocar Lisandro Lopez. E conseguimos ficar mais ofensivos num jogo de muita marcação e poucas oportunidades.

Seria um exagero culpar Paulão pelo gol. A bola bateu nele e enganou Allison, mas o zagueiro estava no lugar correto, tentando impedir a passagem da bola.

Tua palavra no vestiário, Argel, faz efeito. Entramos no primeiro e no segundo tempo em cima do Corinthians. E jogamos bem, nunca saímos do bom nível, com atuações monstruosas de Nilton e Dourado, Alex e Valdívia, Réver e Ernando, este fora de sua posição. Até Paulão jogou bem. No segundo gol, baixou um ponta direita das antigas nele. Ele simplesmente deu uma meia-lua no atarantado Edílson, foi à linha de fundo e cruzou para a bomba libertadora de Valdívia.

Vantagem de ter jogadores altos | Ricardo Duarte / SC Internacional
Vantagem de ter jogadores altos | Ricardo Duarte / SC Internacional

Destaque absoluto para a nossa bola aérea. Com tantos caras grandes, temos mesmo que explorá-la e tu não tens preguiça de treinar, o que é uma novidade no Beira-Rio. Siga assim, por favor. Há muitas faltas pelos lado do campo e a gente tem que fazer valer nosso centímetros a mais. Parabéns, Argel. Foi uma convincente vitória sobre o líder.

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Bom dia, Argel Fucks (com o gol de Vitinho contra o Coritiba)

Bom dia, Argel Fucks (com o gol de Vitinho contra o Coritiba)
O salvador Vitinho | Foto: Fotos: Ricardo Duarte / SC Internacional
O salvador Vitinho | Foto: Fotos: Ricardo Duarte / SC Internacional

Argel, fiquei feliz sábado. Gostei de ser corintiano. Tu viste o pênalti que o maluco do Rafael Moura fez no Kléber, Argel? E o juiz não deu! Curti muito! De resto, jogamos horrivelmente e até agora não entendi como ganhamos. Fizemos tudo errado — chamamos o Coritiba para o nosso campo, abdicamos da bola para só marcar — , mas é que o adversário era ruim demais. Tem muitos candidatos à segunda divisão este ano. A briga é dura, todos querem cair. Seguimos jogando mal fora de casa, mas o juiz nos salvou de um humilhante empate dessa vez. Dei gargalhadas enquanto lavava a louça lá em casa. Tu disseste, Argel, que nossa vitória foi convincente… Que bom humor que tu tens!

Nem vou falar do esquema de jogo, essas coisas. Não dá para chamar aquilo de esquema de jogo, né? O William estava bem alegrinho, tentando dribles e perdendo bolas na nossa intermediária. O Vitinho é que voltou a jogar bem.

Agora temos três jogos em casa. Corinthians, Figueirense e Palmeiras, este pela Copa do Brasil. Bem, se jogarmos como temos jogado, melhor focar a atenção sobre Figueirense e Palmeiras. Temos perdido sistematicamente para o Corinthians. E temos perdido na bola mesmo, sem intervenções do apito.

O Grêmio é que parece estar de flanelinha no G-4. Agora, eles pegam o Patético-PR e o Palmeiras. Acho que levam um ponto e verão a aproximação de São Paulo e Flamengo. Esses estão com os dias contados.

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Bom dia, Argel Fucks (com os melhores lances de Inter 1 x 0 Palmeiras)

Bom dia, Argel Fucks (com os melhores lances de Inter 1 x 0 Palmeiras)

Só um bilhete, pois vi o jogo apenas hoje: como jogamos mal! E que preparo físico deficiente aquele que nos foi deixado pelos preparadores físicos do Aguirre! Estamos muito mal, apesar de próximos do G-4.

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Bom dia, Argel Fucks (com os gols de São Paulo 2 x 0 Inter)

Bom dia, Argel Fucks (com os gols de São Paulo 2 x 0 Inter)
Time caseiro | SC Internacional
Time caseiro | SC Internacional

Argel, deves lembrar que há alguns dias eu dizia que o Inter ia oscilar entre boas e más atuações. Mas jamais imaginaria que perderíamos para o banguzinho do São Paulo tomando olé, entre outras humilhações. Foi demais, Argel. Notei a tua vergonha após a partida. Gostei daquilo. Naturalmente, não temos preparo físico e o final da partida foi um chocolate mesmo. Creio que tens razão: precisas fechar o time fora de casa e por duas razões. A primeira é óbvia, é que o nosso time fica órfão sem torcida. A segunda é que, sem a bola, temos que correr muito mais para marcar. Isso cansa.

Outro fato chocante foi a péssima — e inédita — má atuação de Rodrigo Dourado. Já Géferson e William não chegaram a surpreender. São laterais que não sabem fazer o básico da função: marcar. Meu caro Argel, se o cara não sabe desarmar e antecipar, tem que ser um monstro no apoio.

Nossos quatro próximos jogos – antes do iniciar o embate contra o Palmeiras pela Copa do Brasil — serão para perder muitos pontos, se seguirmos nessa irregularidade. O jogos são contra Palmeiras (C), Coritiba (F), Corinthians (C) e Figueirense (C). Depois, jogaremos pelas quartas-de-final da Copa do Brasil, novamente em casa, contra o Palmeiras. Bem, ainda bem que em casa a gente tem jogado melhor. Ah, Argel, se nós pudéssemos ganhar todos esses jogos em casa seria maravilhoso. Eu nem me importaria de levar olé em Curitiba. Pensando bem, foca tua atenção nos jogos em casa. Só precisaremos jogar bem fora lá no dia 30, no jogo de volta contra das quartas pela Copa do Brasil.

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Bom dia, Argel Fucks (com os gols de Inter 6 x 0 Vasco)

Bom dia, Argel Fucks (com os gols de Inter 6 x 0 Vasco)
Sasha: adaptado ao meio-de-campo
Sasha: adaptado ao meio-de-campo

Antes de qualquer coisa, tenho que saudar os visitantes deste blog. Ontem, mesmo que a entrevista com Roberto Markarian fosse muito longa (e interessante), foram 5.061 page views. Muitas destas visitas foram em função de outros posts, mas o tempo médio de visitação subiu para quase 10 min. Isto, meus amigos, só vocês. Agradeço muito.

Sobre o jogo de ontem à noite dá para dizer duas coisas: (1) o Vasco não existe e (2) o Inter cumpriu seu papel. Em minha vida como torcedor, cansei de ver o Inter penar contra times ruins.  Quem não lembra de nossa triste fama de ressuscitar os mortos? O Vasco vai para seu terceiro rebaixamento no século XXI. Seu torcedor não merece, já Eurico Miranda…

O jogo foi simples. O time carioca — como vai mal o futebol do Rio de Janeiro! — teve a bola por 56% do tempo, só que o Inter foi objetivo e impiedoso. Chutou 10 bolas a gol, acertou 6. Um placar nem sempre alcançado, mas totalmente explicado pela partida. Com a bola, os volantes do Inter e mais Sasha metralharam seus colegas vascaínos. Valdívia também esteve bem. Sem a bola, marcaram muito, deixando o Vasco girar sem objetivo. Uma grande atuação. Só Paulão fez uma de suas patacoadas no final do primeiro tempo.

Ah, no Vasco, Jorge Henrique deve ter feito uma atuação taticamente perfeita, como sempre.

O resultado fez o Inter dormir na décima posição, com 31 pontos, a cinco pontos de distância do G-4 e a oito do Z-4. No sábado (5/9), o adversário será o São Paulo, às 19h30, no Morumbi.

Infelizmente, não há dois Vascos no Brasileiro.

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Bom dia, Argel Fucks (com os gols da façanha de ontem)

Bom dia, Argel Fucks (com os gols da façanha de ontem)
Pô, Paulão, para de fazer merda!
Pô, Paulão, para de fazer merda!

Argel, como disse um amigo numa lista de discussões: “4 do Grêmio, 5 da Chapecoense, 5 do Grêmio, 3 do Avaí, isso de 2014 pra cá. Acho que nem nos anos 90 isso acontecia”. Verdade, Gérson. A gente perdia quase sempre de pouco naqueles desgraçados anos.

Mas, olha, o jogo de ontem — Avaí 3 x 0 Inter — foi muito estranho. O time estava até direitinho, à exceção da defesa, que voltou a fracassar. Primeiro, dominávamos o jogo quando houve um pênalti óbvio sobre Sasha que, aliás, deveria ter empurrado de primeira a bola para dentro do gol. Afinal, estava na pequena área sem goleiro. Pra que complicar? Depois, nossa defesa começou a dar sinais que era Dia de Paulão. Jamais vou entender porque o zagueiro, que é o Rei do Chutão, resolveu proteger aquela bola para que Alisson viesse de Sombrio para agarrá-la. Quase que saiu o primeiro gol do Avaí. Quem conhece o Inter disse na hora: Argel, tira o Paulão que hoje ele vai entregar. Não deu outra. Ele, tendo Nilton e Géferson como coadjuvantes, perturbou toda a defesa.

No segundo tempo, quando torcia por um golzinho qualquer que nos desse uma vitória mínima, o juiz inventa de dar um pênalti contra nós, daqueles que ninguém dá no mundo. Uma sutil puxada de Paulão, é claro, no braço de um atacante havaiano, quando a bola já estava longe, fora de perigo. Nem os jogadores do Avaí entenderam o que o árbitro marcara. Foi uma alegre surpresa do conhecido piadista Jean Pierre Lima.

Daí pra frente, Argel, teu time se desmanchou. (E, como tinha escrito sexta-feira, lá em Itu ninguém poupou forças…) Tomamos dois gols em chutões pra frente, um deles desferido pelo goleiro do Avaí. Não foi um jogo que condenasse teu trabalho, mas acho que tu deves decidir se o teu sétimo zagueiro em qualidade deve permanecer jogando (revisando: Juan, Ernando, Alan Costa, Réver, Eduardo, Moledo). No banco, Juan devia estar dando gargalhadas.

Melhor tentar esquecer o jogo de ontem pondo a culpa no juiz e no preparo físico.

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Bom dia, Argel Fucks (com os gols da vitória de ontem)

Bom dia, Argel Fucks (com os gols da vitória de ontem)
Sasha e Valdívia fizeram os gols do Inter em Itu-SP | Foto: reprodução / Canal Premiere
Sasha e Valdívia fizeram os gols do Inter em Itu-SP | Foto: reprodução / Canal Premiere

Aqui no sul, muitos gostam de demonstrar uma vã macheza. Então, declaram desejar um Gre-Nal no sorteio para as quartas-de-final da Copa do Brasil. Eu gosto de futebol e também gostaria de ver dois clássicos decisivos como vimos nas semifinais de 1992. Mas, desta vez, gostaria que a disputa regional se desse numa FINAL.

Dentre os classificados — São Paulo, Fluminense, Figueirense, Santos, Palmeiras, Vasco, Inter e Grêmio –, o caminho mais fácil é pegar Vasco ou Figueirense, claro. O resto é pedreira e é burrice torcer para pegar, por exemplo, o Santos ou o Grêmio, que acaba de nos meter um 5 x 0.

Ontem, o jogo foi mais brigado do que eu esperava. Com um gol logo de cara, esperava que tocássemos a bola e fizéssemos viradas de jogo de um lado para outro, fazendo o adversário correr. Mas não, entramos numa histérica correria marcatória e numa insana erração de passes (beijinho no ombro, Guimarães Rosa). Esquecemos, Argel, da Primeira Lei de Andrade: “O time que está sem a bola corre o dobro”. E marcamos, tomamos cartões, cansamos e lesionamos Dourado. Tsc, tsc, tsc. Diagnóstico: não há ainda entrosamento suficiente para dosar as energias. Não há posse de bola. OK, recém chegaste e tal fato ainda não é culpa tua.

Mas tudo bem, passamos, a gurizada segue fazendo seus golzinhos e não vou reclamar. Encaremos o que aconteceu ontem como um treino puxado para o jogo de domingo, às 11h, contra o Avaí, time do grande Gustavo Kuerten. E quero mais três pontos, tá? O Avaí está descendo velozmente a ladeira em direção à Segunda Divisão e temos que ajudar a empurrá-lo para lá. Não gosto de times que vestem azul.

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